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  • 31 out 2009
  • Postado por Tiago

Nota 1000

Para a elegante, competente e grande profissional Dra. Débora, coordenadora do PAM. Continue sempre assim. Que Deus a abençoe e ilumine sempre. Ass: R. B.

Procuro por pessoa

Flávio de Miranda, de Mato Grosso do Sul, gostaria de encontrar seus amigos Madson Savarti e Murilo S., filhos de Petita e Alencar. Fone: 9997-3902.

 

Achados e perdidos

Perdido

Chaveiro com duas chaves: uma codificada, niquelada com preto de automóvel Ford Fiesta, outra pequena, de cadeado. Damos recompensa. Fone: 9921-5322.

 

Bicharada

Desapareceu

Cachorro Billy, pincher macho, marrom, que depende de medicamentos. Desapareceu no bairro Pioneiros, em Balneário Camboriú, próximo à rua Miguel Mappe. Fone: 9949-1013.

 

Eventos & Muvucas

Fut 7

Acontece entre os dias 1º e oito de novembro, a Itajaí Cup de Fut 7 de Itajaí, na antiga sede dos Comerciários, na av. Jorge Lacerda, próximo a Multilog, bairro Itaipava. O primeiro lugar leva R$ 1.500 + vaga para estadual em Florianópolis, representando o Marcilio Dias. O prêmio do segundo lugar é de R$ 1 mil e os demais levam R$ 500. Fones: 8457-3161 ou 9934-7520.

Seminário da Apae

O 1º Seminário de Inclusão no Mercado de Trabalho acontece no dia 20 de novembro, na escola especial Vale da Esperança, da Apae. A Apae de Itajaí atua há 40 anos na defesa de direito e prestação de serviços às pessoas com deficiência. Venha participar!

Bingão

No salão paroquial da igreja do São Vicente, às 20 horas, dia 31/10, com vários prêmios. A cartela custa R$ 3 e quatro cartelas custam R$ 10. Comprando antecipado, cinco cartelas custram R$ 10. Vendas na Sócicle.

Feira da Esperança em São José

A única casa que cuida de crianças para adoção de São José, o Centro de Educação e  Treinamento Esperança (Cete), realiza entre os dias 31/10 e 2/11 a 11ª Festa da Esperança. O objetivo é promover a integração com a comunidade e angariar fundos para o lar, através da venda de artesanato, alimentação e roupas usadas. A festa acontece das 13h às 22h, na rua São Pedro, 1847, em Barreiros, São José. Fone: (48) 3246-3937.

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?Os grandes meios de imprensa, eles têm um sentimento recíproco de preservação. Um defende o outro, a grande verdade é essa?

Procurador da República em Tubarão, Celso Antônio Três já era conhecido nacionalmente por várias de suas ações e artigos, quando entrou com uma ação pra tentar brecar o oligopólio da Rede Brasil Sul em Santa Catarina, que estaria mandando e desmandando nos meios de comunicação do estado, especialmente depois da compra do jornal A Notícia, de Joinville. Ele já lançou livros sobre impunidade e recebeu ameaças de morte. Na entrevista que concedeu aos jornalistas César Valente e Fernando Alécio, com a colaboração de Renata Rosa, ele também fala sobre a questão das rádios e tevês comunitárias, de fraude nas eleições por causa de pesquisas manipuladas, da reeleição e do uso da máquina, da lei de imprensa e do papel do judiciário. As fotos são de Felipe Vieira Trojan. Click para continuar »

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  • 31 out 2009
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Quem passou ontem à tarde pela rua Silva, centro de Itajaí, se deparou com uma armadilha na entrada lateral do CompreFort. O portão do supermercado trancava a passagem da calçada e de parte da ciclovia

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Peãozada ficou revoltada com o calote. Empresário velhaco chamou a PM pra acalmar os ânimos

A peãozada que trampou na construção de um apartamento-modelo, bem na entrada do bairro Taboleiro, em Camboriú, resolveu cruzar os braços ontem à tarde. A empreiteira responsável pela contratação do pessoal fez corpo-mole na hora de pagar o faz-me-rir e deixou os trabalhadores com uma mão na frente e outra atrás. ?Tenho três crianças em casa querendo leite e não tenho condições de comprar?, revolta-se o pedreiro Vilson de Jesus, 51 anos, um dos operários vítima do calote.

Os trabalhadores contam que foram contratados pela empreiteira Meta Construções, que foi terceirizada pela construtora Mendes Sibara. A promessa era que a empreiteira faria os pagamentos toda sexta-feira. Mas, ao invés do valor combinado, dava uma mixaria pro pessoal. O caso do servente de pedreiro Luiz Carlos Mendes, 20, é um bom exemplo da sacanagem. ?Me prometeram R$ 240 por semana, mas eu tava ganhando 50, 100?, siqueixa.

Pra completar, o pessoal não viu nem a cor do pagamento pela última semana de serviço. ?Fui reclamar e fui humilhado, chamado de mentiroso, de moleque. Tô tendo problemas em casa com a minha mulher por falta de dinheiro. Trabalhei, só quero receber?, lasca o pedreiro Carlos Henrique Loures, 31.

Depois de terem tentado de todo jeito receber o dindim, os trabalhadores se revoltaram e resolveram parar de trampar. Ontem, pintaram na obra pra tentar forçar o dono da empreiteira a honrar o compromisso.

Grávida, mas protestando

Sônia Maria Silva, 43, grávida de oito meses, foi uma das que engrossou o coro dos descontentes. Ela é mulher do servente de pedreiro José Roberto da Silva, 28. ?Tô com a luz cortada, sem comida em casa. A gente não sabe mais o que fazer?, desespera-se.

O pedreiro Vilson de Jesus alerta outros trabalhadores pra que não caiam no mesmo conto do vigário. ?A minha preocupação é que mais alguém caia na lábia e fique como a gente, sem receber?, disse.

Diante do beicinho dos trabalhadores, o dono da empreiteira Meta, Silvestre, que não quis dizer seu sobrenome de jeito nenhum, chamou a polícia Militar. Os policiais apareceram na área pra tentar acalmar os ânimos, mas ninguém foi preso.

Construtora vai pagar o pato

Enquanto o DIARINHO conversava com a peãozada, o coordenador de engenharia da Mendes Sibara, Geraldo Freitas, tentava acertar as pontas com o dono da Meta Construções. Depois de um plá, Geraldo chamou os trabalhadores e garantiu que a construtora vai arcar com o preju. ?Vamos assumir essa dívida e pagar todo mundo, porque eles não têm culpa do que tá acontecendo?, prometeu.

Ele disse que a Mendes Sibara repassou toda a grana prevista pra empreiteira, mas não sabe por que a dinheirama não foi repassada ao pessoal. ?Fizemos um contrato com a Meta de R$ 19 mil e pagamos R$ 31 mil, por causa de alterações no projeto. Essa dívida não é nossa?, afirmou.

Silvestre diz que não tem culpa pelo atraso nos pagamentos. ?Toda sexta-feira a Mendes Sibara mandava um vale, que nem sempre era suficiente pra pagar todo o pessoal?, acusa.

Mesmo assim, ele admite que a construtora não tá devendo pra empreiteira. ?Tá faltando o acerto final, depois que for entregue a obra. Com esse acerto eu ia terminar de pagar o pessoal?, alega.

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Ontem à tarde mais de 30 pessoas se aglomeravam na agência

Os moradores de Itajaí que ontem precisaram usar os serviços dos Correios, passaram perrengue durante a tarde. Na agência da rua Gil Stein Ferreira, no centro, o sistema de senha não tá funcionando e o povão é obrigado a ficar um atrás do outro pra conseguir ser atendido. Além disso, com o calorzão de 30 graus registrado, só se abanando pra guentar dentro da agência, que não possui ar condicionado.

A secretária Ana Izabel Mendes, 20 anos, teve que esperar quase meia hora pra ser atendida. Pra moçoila, o sistema de controle de atendimento por senhas faz falta. ?Com a senha era bem mais prático. A gente podia sentar em qualquer lugar. Agora, com a fila única, fiquei a maior parte do tempo em pé?, reclama.

Atendendo ao pedido de um leitor, no comecinho da tarde, o DIARINHO deu um chego na agência. A máquina de emissão de senhas tava lá, encostada numa parede, só pra bonito. ?Não tá funcionando. Tem que esperar aqui no fim da fila?, disse uma tiazinha, quando nossa equipe foi bizolhar a maquininha.

Quase 30 pessoas esperavam numa fila única. A maioria, em pé. A fila é formada por ordem de chegada e são os próprios clientes que precisam descobrir isso.

Com o calorzão de ontem à tarde, a galera suava feito louca. Era abano pra tudo quanto era lado. A agência da rua Gil Stein Ferreira não possui ar condicionado. Os poucos ventiladores existentes por lá não davam conta do recado. ?Não sei o que é pior, aqui dentro ou lá fora?, lascou o mototaxista Everaldo João Santiago, 32.

Sem previsão

Há exatamente duas semanas, o DIARINHO publicou uma reportagem sobre o mesmo reclame. Na época, a promessa era de que em 72 horas o problema da máquina das senhas seria resolvido. Ontem, Luiz Martinelli Filho, assessor de imprensa dos Correios, disse que não há previsão para o perrengue ser resolvido.

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Barracas foram colocadas debaixo da casinha dos salva-vidas

Depois da denúncia de um leitor abelhudo, o DIARINHO foi dar aquela investigada e confirmou a fofoca. Ontem à tarde, duas barracas tavam montadas em plena areia da praia Brava. O abuso tava rolando na área de restinga, em frente a entrada da rua Julio Kumm.

O solzão se exibia, a praia tava lotadaça e as duas barracas lá, montadinhas na caruda. Os abusados foram tão espertalhões que enfiaram as moradias provisórias embaixo do posto dos salva-vidas. ?Eles já estão ali há umas duas semanas. É área de restinga, não pode. O que me deixa indignado é que nenhum órgão competente enxerga isso?, lasca o leitor.

Os abusados não foram encontrados no local pelo DIARINHO. Na frente das barracas havia uma prancha de surfe, o que deu a impressão de que o acampamento foi montado por gente chegada às ondas.

A casinha dos salva-vidas tava fechada e também não tinha ninguém pra comentar o caso.

Folguinha

Na fundação Municipal do Meio Ambiente de Itajaí (Famai)os fiscais de plantão também não foram encontrados ontem pelo DIARINHO.

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Pedestres precisam caminhar no meio de caixas e sacos pra conseguir passar pela calçada

A calçada da avenida Marcos Konder, no centro de Itajaí, fundos do supermercado CompreFort, tá servindo de corredor pros peões carregarem e descarregarem as mercadorias. O resultado do trampo é pedestre tendo que desviar de sacos e caixas empilhadas pra conseguir passar pelo local.

Ontem à tarde o perrengue tava gigante. Enquanto eram descarregados quilos e mais quilos de arroz, farinha, açúcar e outros produtos, o povão tentava passar pela calçada. Era um fuzuê danado: carrinhos com as mercadorias, peões e os pedestres, tudo misturado, usando o mesmo lugar.

A contadora Marilene Soares Pereira Santos, 45 anos, moradora dos Cordeiros, caminhava pela calçada no momento da muvuca. Aproveitou a presença do DIARINHO pra descer o sarrafo. ?Isso não é só hoje, é todo o dia. Eu desço no ponto de ônibus aqui do lado e sempre vejo o abuso. É uma verdadeira falta de respeito, até mesmo com os clientes?, opina Marilene.

Carlos Alberto Mendes, gerente do supermercado, disse que não existe outra maneira de se fazer a descarga das mercadorias. ?A única passagem é por ali?, alegou. Carlos diz que foi feito um acordo com a Codetran, que permitiu a descarga dos caminhões no local.

Codetran impôs regras

José Alvercino Ferreira, chefão da Codetran, confirmou o acordo. ?A gente colocou uma placa com os horários permitidos pra carga e descarga. No acordo ficou firmado que o supermercado não pode trabalhar com movimentação fora do depósito nos momentos de entrada e saída do colégio São José?, esclarece.

Zé disse ainda que a permissão da Codetran foi de estacionamento pra carga e descarga e não pro uso da calçada. ?A secretaria de Urbanismo também já tá sabendo e acompanhando o caso?, contou.

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Moradores da praia Alegre tão cansados de promessa furada

O Zé Brodinho voltou ontem, pela terceira vez, na rua José Abraão Francisco, na praia Alegre, em Penha. O povão da rua chamou o repórter especial do DIARINHO pra reclamar que há oito meses o pessoal da prefeitura prometeu colocar tubos em uma vala a céu aberto e até agora não se coçou pra fazer o trabalho. Risco de alguém despencar na valetona, fedor diário e enxames de mosquitos são alguns dos problemas causados pelo riacho de merda.

A valona tem uns 300 metros de comprimento. Pega praticamente toda a última quadra da rua. Ela foi aberta pela prefa em fevereiro deste ano e até hoje não foi fechada. A intenção seria colocar tubulação, mas os peões foram embora e não voltaram mais. O final da rua José Abraão Francisco dá a impressão de abandono. Há tubos jogados pra todos os lados, não há calçamento e o matagal começa a tomar conta da valetona.

O vendedor Fernando Gonçalves, 29 anos, era ontem um dos mais revoltados com a falta de respeito da prefa. Ele diz que pensa até em se mudar do bairro. Reclama que tem que deixar as janelas de casa fechadas, pra evitar que os mosquitos que apareceram depois que a valeta foi aberta entrem na baia. Isso sem falar da fedentina, que se espalha por toda a vizinhança. ?Eu já tentei alugar três vezes minha casa, mas hoje ninguém mais quer a praia Alegre?, lasca.

A dona de casa Gisele Maria Mellies, 29, diz que sua calçada tá se destruindo por conta da erosão da estrada. Ela, assim como o recolhedor de óleo João Paulo, 28, preocupa-se com o verão. ?Quem é que vai querer ficar aqui??, questiona.

Os moradores tão estão preocupados com o risco de alagamentos. Como a rua não tem um sistema de drenagem, qualquer chuvinha que São Pedro manda deixa a quadra cheia de água, que se mistura ao lado da vala e faz um estrago ainda pior.

Bagrão da Obras não cumpre o que promete

Como ontem era feriado, não havia ninguém na prefa pra explicar por que as promessas pro povão da rua José Abraão Francisco não foram cumpridas. No começo do ano, Paulinho Wilbert, diretor da secretaria de Obras da Penha, garantiu ao Zé Brodinho que em poucos dias iria começar a tubular a vala.

Em 30 de junho, quando os moradores berraram pela segunda vez, o mesmo bagrão da Obras jurou de pezinhos juntos que na semana seguinte iriam, pelo menos, tapar o valetão. Também não cumpriu a promesa.

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Acho que sim, porque eles estão tratando a água suja que deixou a praia imprópria pra banho e estão cuidando dos jardins, deixando tudo florido.

Maria Rosa Ribeiro, 59 anos, doméstica

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Não, porque não tem estrutura de trânsito. Os ônibus não deveriam circular na Brasil e nem na Atlântica. Os hotéis deveriam fazer o transporte dos turistas dos hotéis pros pontos turísticos.

Carmen Colombelli, 40 anos, dona de casa

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A população e o comércio sempre estão preparados, mas tudo depende do clima. Balneário também deixa a desejar em termos de vida noturna. O poder público fechou muitas casas de repercussão.

Elois Bertoli, 54 anos, comerciante

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A cidade sim. Mas o problema daqui é o trânsito. É muito engarrafamento e não tem estacionamento, principalmente na avenida Brasil e Terceira avenida?

Gilson Pereira, 57 anos, projetista de construção civil

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