• Postado por Tiago

Um concurso para professor da disciplina de Tradutor e Intérprete de Libras – Língua Brasileira de Sinais, no Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet), de Santa Catarina, rendeu um processo que foi julgado na sexta-feira passada e acabou com o juiz passando um sabão na mulher que abriu o bocão pra reclamar.

O dotô juiz Osni Cardoso Filho, da 3ª Vara Federal de Florianópolis, disse na sentença que não tem fundamento a bronca da candidata que ficou em segundo lugar. Pra começar, nenhum outro candidato viu qualquer favorecimento ao carinha que se saiu melhor nas provas. E mais: se ele conhecia a galera da banca examinadora, a candidata revoltada também conhecia, pois já trabalhara antes com alguns membros. “O insucesso da candidata na prova deve ser exclusivamente imputado ao seu próprio desempenho”, concluiu. Ainda cabe recurso.

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