• Postado por Tiago

O julgamento dos réus Denílson Alexandre da Silva, Luiz Henrique de Abreu, Márcio Rogério Waltrick e Gláuber Satiro dos Santos foi transferido para o dia 29 de outubro. Os bandidos tão sendo julgados pelo assassinato de Jonathan Robson da Silva em julho de 2006. O assassinato ficou conhecido como o crime do micro-ondas.

Na noite de quinta-feira, uma jurada passou mal e teve que ser internada, não sendo liberada pra voltar pra sessão. A acusação vai pedir pena máxima para os acusados de matar Jonathan Robson da Silva em julho de 2006.

Além do assassinato de Robson, o quarteto pode ter a pena aumentada pela tentativa de assassinato contra Fabiano Godinho, que conseguiu escapar vivo da sessão de torturas a que foi submetido junto com Jonathan.

O crime do micro-ondas é um dos mais macabros ocorridos em Floripa. De acordo com a investigação policial, Jonathan e Fabiano eram olheiros do tráfico no morro do Mocotó. O serviço imundo era comandado por Denílson, que em julho passado foi condenado a 12 anos de jaula por envolvimento no narcotráfico. De acordo com a acusação, ele era o braço direito do também condenado Neném da Costeira.

A investigação aponta que os olheiros deram bobeira e numa única batida dos meganhas a turma do tráfico tomou um preju de pelo menos R$ 50 mil. Denílson teria ficado puteado com a mancada e mandou acabar com os dois. Durante a sessão de tortura, Jonathan conseguiu fugir e durante alguns dias ficou escondido na casa de Luciano Fraga Pereira, que incentivou o jovem a sair da toca e ajudar a desvendar o crime.

Os advogados de acusação ameaçam pedir a anulação dos depoimentos feitos ao júri na quinta-feira, o que pode invalidar e prolongar ainda mais o desfecho desta história. Também serão chamados novos jurados.

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