• Postado por Tiago

O advogado da Terra dos Alemóns, Alessandro Schenkel Fornari, 38 anos, foi enterrado na manhã de ontem no cemitério Parque dos Crisântemos, na praia Brava, em Itajaí. O coitado foi assassinado na tarde de terça-feira por um cara que se diz seu ex-namorado. Eder Alves de Macedo, 28, afirmou, por último, que agiu em legítima defesa. O cara mudou a história de novo, e garantiu que eles teriam brigado porque o matador confessou ao advogado que tinha Aids.

A polícia Civil esperou o enterro da vítima pra entrar em contato com a família. O responsável pela depê da Terra do Marisco, Ademar Luiz Pereira, espera a mãe e a irmã de Luciano pra prestarem depoimento à Civil. A ideia é saber tintim por tintim qual era a relação entre a vítima e o assassino.

Enquanto isso não se esclarece, Eder fica mudando a sua versão pro crime a cada momento. Ele disse à polícia que matou o advogado em legítima defesa. O matador falou que veio de Curitiba pra se encontrar com o companheiro na city. No encontrorevelou ao amado que era portador do vírus da Aids. Alessandro não teria gostado da notícia e partido pra cima de Eder, que o matou pra se defender.

“Mas isso não existe. É difícil de acreditar em legítima defesa, sendo que ele golpeou a vítima oito vezes, e pelas costas”, manda Ademar. Antes desta história, Eder já disse à polícia que tinha sido traído e por isso veio pra Santa & Bela resolver as contas com o cara.

Eder tá guardado na cadeia de Balneário Piçarras e pode ser chamado pra sisplicar de novo na depê.

Relembre

Os moradores da rua Capitão Galdinho, a conhecida rua do Cascalho, na Praia de Armação, ouviram gritos de socorro por volta das 16h de terça. Testemunhas correram até o local, e quando chegaram no quintal da casa de Alessandro, encontraram Eder dando as últimas punhaladas no acoitado. Ele enfiou oito facadas nas costas do advogado.

A PM foi chamada e prendeu o maldito. Ele confessou que se relacionava com a vítima, e afirmou que foi o amado quem começou a briga. Mas a história da carochinha não colou. Eder deve ser enquadrado por crime passional e, se julgado, pode pegar de 12 a 30 anos de prisão.

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