• Postado por Tiago

A dona justa peixeira recebeu ontem um calhamaço de papel que dá início a uma ação popular contra a prefa e a Coletivo Itajaí. O advogado Antonio Pradi invocou com a concessão de transporte coletivo e quer que a dona justa cancele a licitação que deu à empresa do Sérgio Rizzi o direito de explorar os busões na cidade.

A ação pede também a anulação do decreto que aumentou o preço da passagem no início do ano e que a empresa deposite numa conta toda a grana que foi cobrada a mais do povão até agora.

Nas 24 páginas da ação o advogado tenta mostrar à dona justa que o edital da licitação vencida pela Coletivo Itajaí tá todo fora dos conformes e também que a empresa não vem cumprindo o contrato firmado depois de vencer a concorrência pública.

Um dos pontos que mais revolta o advogado é a questão do terminal de busões do bairro Fazenda. Pra Antônio Pradi, ao deixar o povo largado, sem um terminal de ônibus decente esse tempo todo, a empresa está descumprindo o contrato e deveria já ter sido enxotada pela prefa.

O terminal da Fazenda também é alvo da maior crítica do autor da ação em relação à licitação vencida pela Coletivo. O edital previa que a empresa que vencesse a disputa pagasse à empresa de Sérgio Rizzi 190 mil reales como indenização pelo uso do terminal. O problema é que o terminal já foi incorporado ao patrimônio público e, pra piorar, se a Coletivo vencesse a licitação – como acabou acontecendo – o edital já previa que ela não precisaria pagar os R$ 190 mil. “Não dá pra entender porque uma empresa tem que desembolsar 190 mil se vencer a licitação e a outra não, na mesma concorrência”, reclama o autor da ação, que tem valor de mais de R$ 17 milhões.

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