• Postado por Tiago

“Prezado JC, sobre o tema abordado em sua coluna do dia 12 de novembro, gostaria de salientar que, no encerramento do 12º Festival de Música de Itajaí, o termo simbólico utilizado por mim (…sete pragas do Egito) refere-se à singularidade vivida no ano de 2009 por todos nós, a saber: a situação estrutural do município pós-cheia, os volumes pluviométricos acima da média nos meses subsequentes, o surgimento do vírus H1N1, a crise econômica mundial, o atraso na paralisação das obras do Porto de Itajaí, o reflexo do tornado que atingiu Santa Catarina e a intensidade que por aqui sopram os ventos e a iminência recente de uma cheia consecutiva no Vale.
Não obstante, fiz esta apologia ressaltando neste discurso o valor e comprometimento dos itajaienses no que tange à sua garra, perseverança e superação, enfim, de uma lição de cidadania. Além disso, disse de todas as metas previstas para o ano de 2009 foram realizadas por esta Fundação, apesar do número reduzido de  argos – justificando o comprometimento da equipe com o trabalho e seriedade nas atribuições dadas, inclusive o sucesso do Festival. (Todas as ações desta Fundação já foram devidamente encaminhadas ao prefeito e ao líder do Governo na Câmara através do relatório dos “11 meses de governo” para consultas necessárias).
Quanto à abertura do festival de Música no auditório da Prefeitura é necessário esclarecer que:   Primeiro, foi conferida naquela abertura a apresentação dos professores e alunos, e suas especificidades, sob a coordenação técnica do diretor do conservatório de Música, Oliver Desidério; segundo, que minha ausência no dia 2 de novembro no auditório da Prefeitura foi em razão de “finados” e o mínimo de respeito e amparo à minha mãe era levá-la ao cemitério de Porto Belo, haja vista o falecimento de meu pai em junho último; terceiro, que toda a equipe da fundação Cultural estava mobilizada no receptivo, organização e desenvolvimento deste Festival.
Fico à sua disposição para qualquer esclarecimentos futuro.”

Ass: Agê Pinheiro, superintendente da fundação Cultural de Itajaí

(Transcrito ipsis litteris)

  •  

Uma Resposta to “Agê explica pro JC as sete pragas do Egito”

  1. fabito Diz:

    Tarde de mais sua “justificativa agê paciência”
    Das causas naturais, ITAJAÍ, se levanta com seu povo, uns ajudando aos outros na medida do impossível.
    O seu termo mostra o quê você pensa de Itajaí. A nomenclatura deveria ser essa…Falta de amor. As falhas foram primárias e a equipe não é tão pequena assim. O Oliver é músico e não administrador.
    O memento e local pediam glamour e alegria. Chega de tristeza.

Deixe uma Resposta