• Postado por Tiago

“Vendo no DIARINHO as reportagens sobre o “empenho” da Codetran-Itajaí em multar os motoristas infratores, eu fiquei indignado. Primeiro, porque já têm planos de trabalhar à noite nessa empreitada, recheando os cofres públicos. Depois, se você precisa de suporte do Codetran fora do horário, eles dizem que não têm pessoal, não têm instrumentos, não dá, etc..

Reclamei sobre o trânsito e arruaças que ocorrem na volta das baladas do Kiwi e Warung (dois balanças-tetas) inicialmente ao governo Bellini, então obtive retorno do senhor José Ferreira, coordenador da Codetran, que então convidou para ir até lá, fazer a dita reclamação.

Eu fui até à Codetran em janeirofalar com o então secretário Carlos Eli, que me encaminhou ao senhor Manerich (funcionário Codetran). A eles reclamei do trânsito na saída do Canto do Morcego pelo bairro de Cabeçudas, informei a bagunça liberada na madrugada feita pelos motoristas embriagados e etc., na volta das baladas das casas noturnas que existem naquela praia – Kiwi e Warung. Falei pra eles que tenho vídeos de motoristas indo na contramão, embora haja placa sinalizando e que já ocorreram acidentes tanto no cruzamento da rua. Benjamin Constant com a Rua Hermínio Gervásio (cheguei a mandar foto de um acidente – um cara que bateu no carro de uma diarista no começo desse ano e fugiu e acabou sendo publicado pelo DIARINHO) e também na descida do morro, que liga essa região de balada a Cabeçudas, local onde normalmente os bombeiros vão retirar os embriagados que passam direto na curva. Por tudo isso, se comprometeram em colocar redutores de velocidade, placas indicativas, fazer blitz, mas que nada, só colocaram uma plaquinha chimfrim a uns 200 metros do local.

Espanto que agora tenham pessoal pra multar de noite, mas não se planejam para multar os embriagados que muitas vezes causam desgraça a muitas famílias em outros pontos do Vale do Itajaí. Essa área é residencial e deve ter o respeito tanto dos que vêm de fora quanto das autoridades competentes em fazer valer a lei.”

Ass: Mauro Albuquerque

(Transcrito ipsis litteris)

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