• Postado por Tiago

O leitor M.C., 44 anos, tá dicara. Ele soube que em dezembro alunos da escola municipal Tereza Bezerra de Athaíde, nos Espinheiros, em Itajaí, picharam uma parede do colégio, que tinha acabado de ser reformado. Para M. a atitude é uma falta de respeito ao patrimônio público. Por isso, ligou pro DIARINHO sugerindo uma matéria sobre a depredação das escolas da city e a falta de educação da alunada.

Sandra Regina Maia Martins, diretora do colégio, confirma a sacanagem. Ela conta que a barbaridade rolou depois da formatura da oitava série. Os alunos que repetiram de ano ficaram com raiva e desenharam na parede do ginásio de esportes imagens de sacanagem.

A pichação foi feita durante o dia, diz a diretora, e por isso a secretaria de Educação botou um guarda municipal pra cuidar da escola também com o sol raiando.

O colégio já tava bonitão com a reforma, que custou aproximadamente R$ 100 mil, quando os estudantes sacanas detonaram as paredes do ginásio. A sorte é que sobrou um pouco de tinta da reforma e deu pra dar uma garibada na parede detonada.

Depredações e pichações são raras, diz bagrão

Júlio da Silva, coordenador técnico da secretaria de Educação da prefa, diz que as depredações e pichações em escolas, feitas por alunos, são coisas raras em Itajaí. O bagrão argumenta que os colégios quase nunca tão vazios e isso dificulta a ação dos vândalos. “As escolas ficam sem ninguém somente na semana entre Natal e Ano Novo. Nos outros dias de férias, sempre tem gente nas secretarias”, explica.

Julio contou que nos bairros em que a criminalidade é mais elevada, vigilantes cuidam dos colégios durante a noite e nos finais de semana. Além disso, garante, o trabalho de conscientização de zelo pelo bem público feito dentro de sala de aula tem colaborado bastante pra diminuir o malfazejo da alunada nos prédios escolares.

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