• Postado por Tiago

Pingo – “O maior castigo para aqueles que não se interessam por política é que serão governados pelos que se interessam.” – Arnold Toynbee.

Respingo – Imaginem de que tamanho ficará a punição agora que estamos sendo governados por gente que só se interessa pela política.

Pingo – O líder venezuelano Hugo Chaves rejeitou a assinatura de um pacto de não-agressão com a Colômbia. A proposta foi feita pelo “aspone” do LI, Marco Aurélio Garcia, e previa o estabelecimento de uma zona fronteiriça vigiada por forças internacionais. “Não aceitaremos forças estrangeiras em nossas fronteiras”, declarou Chaves. “Cuidamos da nossa fronteira e o Brasil cuida da fronteira do Brasil.”

Respingo – Depois de uma declaração desta, a “cumpanheirada” ainda quer trazê-lo para o seio do Mercosul. Já dá para ouvir: “Cuidamos dos nossos negócios e o Brasil que cuide dos negócios dele.”

Pingo – “O nosso sistema é robusto, é muito bem estruturado. Agora, nada neste mundo pode ser tão estruturado que possa suplantar alguma coisa causada por intempérie ou por falha humana. Se alguém perguntar para mim se pode ocorrer outro apagão eu digo: Olha, a única chance de não acontecer nada nesse país é se Deus quiser que não aconteça. Fora de Deus os seres humanos estão todos plausíveis de erros e de coisas que não controlam”. (Entrevista do LI sobre o apagão).

Respingo – “Muito falar, pouco saber”, já diziam os romanos. “Plausível”, segundo o dicionário é tudo o que merece aplauso. Portanto, para o entrevistado, “Fora de Deus, os seres humanos estão a merecer aplausos de erros…”. Será que teremos de vaiar quem ficou de fora?

Pingo – “Tenho visto muitas pessoas na televisão até com ar de satisfação porque aconteceu o apagão. Como eu sou um homem que gravo muitas coisas e muitas informações, tenho notado algumas pessoas falando do apagão com o mesmo prazer com que falavam na época da queda do avião da TAM. Eles culparam o governo e disseram nas primeiras páginas dos jornais que iríamos carregar 200 mortos nas costas”. (Entrevista do LI ainda sobre o apagão).

Respingo – O povo brasileiro, que não deve ter o mesmo dom presidencial de gravar tantas informações e tantas coisas, ainda não esqueceu a imagem do notável “aspone” Marco Aurélio Garcia numa das salas do Palácio fazendo aquele impublicável gesto (top top), no momento em que se descobriu que o avião da GOL tinha sido tocado por outra aeronave sem culpa do sistema oficial de radares. Empatou!

Pingo – O petista Bruno Maranhão, que se tornou conhecido por comandar, em junho de 2006, uma invasão de 500 sem-terras à Câmara dos Deputados, foi condenado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) a devolver R$ 2,2 milhões aos cofres públicos. A importância se refere ao repasse feito à Associação Nacional de Apoio à Reforma Agrária (Anara), dirigida pelo petista e se destinava a realização de cursos de formação, 114 oficinas, encontros regionais e nacionais. Sem prestação de contas hábeis, tudo indica que a verba foi usada na invasão à Câmara que resultou em danos de R$ 180.000 ao bem público.

Respingo – Moral da história: é o governo financiando ações que causam danos ao patrimônio público. Tudo por conta da baderna resultando de discutíveis movimentos sociais.

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