• Postado por Tiago

A prefa da capital concedeu arrego de 18 meses pra que o comércio substitua as sacolas plásticas por outras de material ecologicamente correto. A alegação pra prorrogar o prazo que expirou em maio é de que nem o comércio e muito menos o povão se adequaram à exigência.

A lei de maio do ano passado estabeleceu que em 12 meses deveria ter rolado um processo gradativo de substituição das sacolas plásticas. Nos grandes supermercados até foram observadas campanhas educativas e o incentivo pra troca das sacolas. “Mas com o preço da sacola ecológica, teve muita gente que não se atreveu a fazer a troca”, comenta a dona de casa Alzira Santos.

A reclamação da dona Alzira não é pra menos. No supermercado Bistek, na capital e em São José, uma sacolinha de pano sem zíper custa R$ 5. No Big, em Floripa, a sacolinha também sem algo que feche, custa R$ 4,99. No Angeloni, uma sacola esbagaçada, feita dum material que parece plástico, custa R$ 3,99.

De acordo com Márcio de Souza (PT), presidente em exercício da câmara de vereadores de Floripa, na mensagem encaminhada pela prefa ao legislativo, o argumento é de que a indústria ainda não oferece opções e quantidade suficientes pra abastecer o comércio.

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