• Postado por Tiago

Pingo – O horário de verão este ano começou à 0h de domingo, 18 de outubro, e vai até à 0h de 21 de fevereiro de 2010. Os relógios terão de ser adiantados em uma hora. A mudança de horário só vale para os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.

Respingo – A partir deste ano, a medida vigora em uma data fixa, conforme prevê decreto sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo as novas regras, o horário de verão terá início no terceiro domingo de outubro de cada ano e será encerrado no terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte. “Se a data de encerramento coincidir com o Carnaval, o horário de verão fica automaticamente prolongado por mais uma semana. É uma precaução para não atrapalhar o turismo no país, entre outras razões”, disse Ricardo José de Carvalho, chefe da Divisão Serviço da Hora do Observatório Nacional, no Rio de Janeiro.

Pingo – O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) desfilou na quinta-feira (15) de cueca vermelha pelo Salão Azul do Congresso Nacional, atendendo a um pedido de um programa humorístico. Conhecido por sua irreverência, o senador já protagonizou a distribuição de cartão vermelho ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), no auge da crise política enfrentada pela Casa, e até cantou um rap do Racionais MC em uma das comissões do Senado, em 2007.

Respingo – O desfile do senador, ex-da Marta, provocou reações entre os senadores. Até o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), também censurou, por meio de nota, a atitude do petista. Para o tucano, Suplicy merece uma advertência e deveria fazer uma retratação pública. Virgílio, no entanto, não deseja ver o caso no Conselho de Ética. Para ele, após a absolvição de Sarney o colegiado “não tem condições de abrir processo contra o senador Suplicy”. Virgílio também foi absolvido pelo Conselho da acusação de ter permitido o pagamento a um funcionário que morava no exterior.

Pingo – Pesquisa realizada pelo Ibope a pedido da Confederação Nacional da Agricultura em assentamentos da reforma agrária no país revelou que 72,8% das famílias assentadas não conseguem gerar nenhum tipo de renda com a produção de seus lotes. Desse percentual, 37% não produzem nada; 10,7% não conseguem o suficiente para o próprio sustento e 24,6% produzem somente o necessário para se alimentar. Somente os restantes 27,7% é que conseguem alimentar suas famílias e vender o excedente no mercado, obtendo renda.

Respingo – Justificando o resultado, o presidente do INCRA declarou ser “totalmente equivocado pegar o dado de produção para questionar a reforma agrária” e acrescentou que a reforma também serve para “levar cidadania e dar condições dignas de moradia às pessoas excluídas”. Esqueceu, entretanto, que os assentados são mantidos com cestas básicas fornecidas pelo governo e que, das áreas entregues, 52% foram vendidas para outras pessoas pelo primeiro beneficiário; 39% foram doadas pelo pai/mãe ou outro parente que as haviam recebido do INCRA e somente 8% é que ainda permanecem na posse do primeiro beneficiário.

Pingo – A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado foi favorável ao projeto de lei já aprovado na Câmara dos Deputados que cria a Superintendência Nacional da Previdência Complementar (Previc). O projeto será analisado por outras duas comissões e após será remetido ao plenário. Caso seja aprovado, criará mais 14 cargos principais sem concurso e 96 comissionados, além de 100 postos para especialistas em previdência complementar, 50 para analistas administrativos e 50 para técnicos administrativos. Assim, pelo menos 110 cargos para nomeações políticas ficarão à disposição da “cumpanheirada”.

Respingo – O surgimento de mais este “pitéu” irá se constituir em motivo mais do que suficiente para a disputa entre petistas e peemedebistas. A teta fica um pouco mais substanciosa se for considerado que a Previc terá autoridade para fiscalizar e supervisionar fundos de pensão com patrimônio estimado em R$ 460 bilhões.

Pingo – “No nosso projeto original de fazer essa viagem não estava previsto fazer comício. Estava previsto fazer visitas às obras”, disse o LI num palanque montado na cidade de Buritizeiro (MG), uma das etapas de sua viagem ao seu reduto do Nordeste e para a qual se fez acompanhar da ministra da Casa Civil e pré-candidata do PT à presidência.

Respingo – Finalmente. Reza antigo adágio popular: “de tantas vezes ir ao moinho o rato acaba por perder o focinho”. De tanto apresentar sua “criação” eleitoral, acabou, por ato falho talvez, admitindo o caráter eleitoral de sua visita às obras de transposição do rio São Francisco. O prato está servido. Resta saber se a oposição dele irá se aproveitar.

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