• Postado por Tiago

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Igreja matriz

O santuário de N.S. de Caravaggio, em Brusque, é parada obrigatória de quem paga promessa e faz pedidos à santa. Azambuja se tornou um centro de peregrinação em 1887. Tudo começou no final do século 19, quando famílias que vieram do distrito de Treviglio, na Itália, combinaram que ficariam sempre unidas. Pra isso, levantariam uma igrejinha em honra da ?Madonna de Caravaggio?. Nove famílias foram se fixar no vale de Azambuja, a 3 km de Brusque, que era chamado de ?Caminho do Meio?. A mudança para ?Azambuja?, dizem os entendidos, foi em homenagem ao diretor de terras português, Bernardo Augusto Nascentes d?Azambuja.

Em 1884, decidiram fazer uma paróquia de tijolos, que fosse segura e barata. Foi erguida uma pequena igreja e sobre o altar colocaram um quadro de N.S. de Caravaggio, vindo da Itália. Ela acabou sendo chamada de ?Nossa Senhora de Azambuja?. A partir de 1892, começou a ser celebrada a aparição de Nossa Senhora em maio; em 1900, a festa mudou para agosto.

Em 1927, é transferido pra Azambuja o seminário Menor da Aquidiocese de Florianópolis. No mesmo ano, são retirados da antiga capelinha os quadros, bancos e ex-votos e, no dia seguinte, a capela foi demolida. Junto à fonte, cujas águas também são tidas como miraculosas, construíram uma gruta, onde estão as imagens de N.S. de Lourdes e Santa Bernadete. Sobre a gruta estão os ex-votos dos romeiros. Em 1939, começaram a erguer o terceiro santuário, projetado pelo arquiteto Simão Gramlich, o mesmo da igreja Matriz de Itajaí. Em 1941, foi destruído o antigo santuário e em 1950, foi feito o ?Morro do Rosário?, com os 15 mistérios do rosário.

Cidade peixeira

Em Itajaí, um dos cartões postais mais conhecidos é o da igreja Matriz do Santíssimo Sacramento. Sua arquitetura tem elementos românticos e góticos e pinturas dos artistas italianos Emílio Cessa e Aldo Locatelli. Logo na entrada, os visitantes se deslumbram com o imenso painel no teto, que tem a Virgem Maria no centro. No altar, o destaque vai pra estátua de Moisés no Monte Sinai, do escultor Teichmann. A Matriz foi inaugurada em 15 de novembro de 1955.

A igreja da Imaculada Conceição substituiu uma primitiva capelinha de pau a pique, erguida em 1823. A atual igreja foi erguida em 1834 graças à força de trabalho do escravo Simão, e no seu interior estão painéis, esculturas e pinturas de Dide Brandão.

Em Cabeçudas, na década de 1920, Ana Fontes, Ana Reis e Ana Werner encabeçaram um movimento pra construção de uma capela dedicada à Santa Ana, padroeira de seus próprios nomes. Ana Fontes doou o terreno e a capelinha foi construída em alvenaria, com um pequeno campanário e um altar onde estavam as imagens de Sant?Ana, N.S. da Conceição e Bom Jesus dos Navegantes, adquiridas no Rio de Janeiro.

Nos anos 50, o governador Irineu e Marieta Bornhausen adquiriram na França uma pequena imagem de Santa Terezinha do Menino Jesus pra capela. Com o passar do tempo, Santa Terezinha passou a ser considerada a santa da capela, deixando Sant?Ana pra trás. Após o Concílio Vaticano 2º, mudada a liturgia, o antigo altar foi desmontado e as três imagens retiradas.

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