• Postado por Tiago

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José e outros taxistas navegantinos não trampam à noite

O taxista Antônio Carlos de Souza, 53 anos, o Índio, teve sua caranga recuperada na madrugada de ontem depois de ter sido roubado. O pobre foi assaltado por três mequetrefes armados, enquanto fazia uma corrida. O gol branco usado pelo taxista para trabalhar foi encontrado minutos depois do crime, atolado, na estrada geral da Pedra de Amolar. Depois da cagada, os tansos tiveram que fugir diapé.

Seu Antônio trabalha no ponto da praça central. Por volta das 3h30, os meganhas foram chamados pela vítima. O coitado contou que os três bandidos anunciaram o assalto assim que chegaram na Pedra de Amolar. Eles falaram que tavam armados, botaram as mãos na cintura para mostrar os revólveres e levaram a caranga, um celular e a grana do taxista. Os meganhas deram voltas pelo bairro e encontraram o táxi abandonado no meio de um lamaçal. Sem conseguir levar a caranga, os bandidos fugiram diapé.

A polícia civil tá investigando a treta. Segundo a equipe de investigação da depê, assalto a taxista é raridade em Navega. Mesmo assim, o taxista José Lucindo, 55, conta que faz cinco anos a calmaria entre os taxistas começou a ser ameaçada pelos malacos. Tanto é que 80% dos taxistas do ponto central, que fica na frente do ferri-bote, não trampam à noite com medo de assaltos.

Seu José comenta que fazia uns quatro meses que um colega de trabalho tinha sido assaltado. O taxista diz que o crescimento da população e do tráfico de drogas é o grande causador da criminalidade. Para seu José, os taxistas são muito vulneráveis e uma medida de segurança seria a polícia militar abordar com mais frequência os taxistas quando estiverem com clientes. A categoria também pede a instalação de câmeras de segurança.

Violência aumentou

Em novembro do ano passado, os taxistas do ponto central fizeram uma manifestação pedindo mais segurança na cidade e rondas policiais. Naquele mês, o motorista José Luiz Lopes Guimarães, 49, o Branco, foi assassinado enquanto fazia uma corrida. Os assassinos desovaram Branco em Piçarras e, na época, o carro roubado foi encontrado em Joinville.

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