• Postado por Tiago

A noite de terça-feira terminou manchada de sangue em Bombinhas. Dois carinhas saíram baleados depois de uma perseguição policial. Os meganhas mandaram bala no carango dos suspeitos, apontados como os responsáveis por meter um assalto no bairro Canto Grande. Outros dois acusados siscapuliram.

As baratinhas saíram em rondas pelas 21h, depois que souberam que quatro bandidos tinham metido um assalto num mercadinho. Os meganhas rodaram todo o município e deram de cara com o Quantum, placa LZM 7503 (Bombinhas). Como batia certinho com a descrição dos acusados, os tiras colaram no rabo dos suspeitos.

Rodaram por quase cinco quilômetros dentro da cidade e deram a ordem de parada. Pertinho da rua Gralha Azul, no bairro de Bombas, um dos bandidos teria botado um trabuco pra fora da janela e mandado bala pra todos os lados. Os milicos reagiram atingindo dois vagabundos.

Com o tiroteio, os bandidos perderam o controle da caranga, pararam na beira da estrada e receberam o teje preso. Everson Carlos Rech, 20 anos, levou um tiro na perna direita e machucou feio o braço e o rosto. Também recebeu a pulseira de algemas o Marcos Vinicius de Oliveira Coelho, 20, que estava com a perna baleada.

Os bandidos foram atendidos pelos bombeiros e pela galera do Samu, foram levados pro hospital Santa Inês, de Balneário Camboriú, onde foram medicados e não correm risco de morte. A dupla deve deixar o hospital até o final da semana, e vai direto para o cadeião do Balneário.

Os outros dois malacos conseguiram se embrenhar num mato e fugiram. Os policiais ainda vasculharam toda a área, mas não acharam nem rastro dos caras.

Dentro do carango foram encontrados os R$ 2200, o notebook e o celular roubado minutos antes do mercado Edna, no bairro Canto Grande. Também foi apreendido um revólver calibre 38 usado pelos vadios. A polícia investiga agora quem são os outros dois assaltantes e se a quadrilha está envolvida em assaltos a outros comércios da região.

O assalto

Pelas 20h30, três vagabundos armados invadiram o mercadinho da rua Jequitibá. Um deles estava armado e mandou o caixa passar o dindim. Os outros, só no grito, mandaram os clientes e funcionários ficarem quietinhos. Segundos depois de recolher a grana, passaram a mão num computador portátil e num celular que estavam em cima do balcão e simandaram num Quantum de cor escura.

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