• Postado por Tiago

O assassino do taxista Valmir Manoel dos Santos, o Mica, 60 anos, foi condenado a 20 anos de jaula pela dona justa. O juiz Roque Cerutti, da 1ª Vara Criminal de Balneário Camboriú, não aceitou a versão do cara de que matou por conta de uma dívida e o enquadrou por latrocínio, assalto seguido de morte.

O crime rolou na noite de 15 de abril. Rafael, acompanhado de sua namorada, uma guria de 17 anos, e de Luís Flor da Silva Filho, 18, o Luisinho, entraram no táxi do Mica, que tava estacionado ao lado da rodoviária, e pediram uma corrida pro bairro Nova Esperança. Quando passavam pela rua José Cesário Pereira, Rafael apontou um berro pro taxista e anunciou o assalto.

Mica parou o possante e tentou fugir, mas foi atingido por três balaços, disparados por Rafael. Depois de fazer a desgraça, o trio de bandidos fugiu com a grana e o táxi do Mica. O carro foi encontrado horas depois, abandonado na Canhanduba.

A morte do taxista causou comoção pela city e rolaram passeatas pedindo o fim da violência. As bizolhadas ficaram a cargo dos tiras da central de Investigações da Maravilha do Atlântico, que grampearam os responsáveis pela tragédia no dia 22 de julho e os mandaram pra trás das grades.
Em sua defesa, Rafael alegou que Mica tinha uma dívida de R$ 2 mil com Luisinho, e que por isso teria sido morto. Mas o depoimento do próprio Luisinho, que disse que o trio combinou de fazer um assalto e escolheu Mica por acaso, e de amigos do morto, que garantiram que o taxista não tinha nenhum envolvimento com a bandidagem e não devia a tal grana coisa nenhuma, convenceram o juiz.

O dotô carcou que o crime foi mesmo um assalto seguido de morte e aproveitou pra avisar que Rafael não poderá recorrer da decisão em liberdade. Ele segue engaiolado no presídio do Balneário.

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