• Postado por Tiago

A polêmica implantação da guarda municipal em Balneário Camboriú será discutida com o povão amanhã à noite. A audiência pública foi convocada pelos integrantes da comissão de segurança pública da câmara de vereadores da Maravilha do Atlântico Sul pra tirar as últimas dúvidas e ouvir o que a comunidade de Balneário tem a dizer sobre a implantação dos guardinhas na city. A audiência tá marcada pra rolar a partir das 19h no plenário da câmara.

A tribuna ficará aberta pro autor do projeto, secretário de segurança Nilson Probst (PMDB), apresentar a proposta e explicar tintim por tintim como será implantada a ideia no município, como será o treinamento dos guardas, se eles usarão armas e quanto será gasto pra tornar o projeto uma realidade.

O presidente da comissão de segurança, vereador Orlando Angioletti (DEM), conta que representantes de guardas municipais do Brasil também vão participar da audiência pra tirar as dúvidas do pessoal. Já confirmaram presença o pessoal das guardas de Curitiba, que é a primeira do país, de São José dos Pinhais, Diadema, Foz do Iguaçu e Florianópolis. “Foram convidados porque [estas cidades] têm uma característica parecida com Balneário Camboriú e pra contar pra gente como funciona, como é a criação da guarda fora do papel”, explica. O prefeito Edson Periquito também foi convidado, mas ainda não confirmou presença. Na audiência, os vereadores prometem tirar todas as dúvidas, pra, enfim, votar o projeto de lei. O papéli foi apresentado na câmara no fim de junho.

Pros homens da casa do povo, o projeto estaria incompleto e caro demais pro município. Não delimitaria valores exatos e custaria cerca de R$ 5 milhões por ano aos cofrinhos públicos. “Não pode ser um chutômetro. Pra isso temos a audiência, pra esclarecer pra que serve a guarda e ouvir a sociedade organizada. Queremos que essas entidades se manifestem”, conta Angioletti.

Por outro lado, o secretário de segurança garante que as verbas municipais pagariam tranquilamente a guarda. Pelas contas do Nilson, custariam menos de 1% do orçamento.

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