• Postado por Tiago

Quem gosta de levar um papo-cabeça com um sabichão da city tem um programão nesta quinta no lançamento do livro “O jogo das construções hipertextuais”, Adair de Aguiar Neitzel, às 20h, na Casa Aberta. A obra é fruto de um trampo desenvolvida no núcleo de pesquisas em literatura, linguística e informática da UFSC, em parceria com a Univali.

A autora defende a hipótese de que o hipertexto não é exclusividade da internet. Ela garante que o hipertexto também pode rolar nos livros. O hipertexto é a forma de escrita que pode ser enriquecido com múisca, imagens e links com outros textos.

Pra confirmar sua ideia, a pesquisadora pegou três obras clássicas: “O jogo da amarelinha”, do escritor argentino Julio Cortazar, “As cidades invisíveis”, de Italo Calvino e “Tristessa”. A última é a primeira ficção em meio eletrônico brasileira, mas a autoria não é revelada. “Na análise, procuro mostrar como os autores elaboram o enredo para que a obra possa ser hipertextual”, explica.

Adair de Aguiar Neitzel é natural de Barra Velha e dá aula no mestrado em educação da Univali desde 1992, onde faz pesquisas sobre literatura brasileira. Ela já escreveu “Mulheres rosianas” e foi organizadora de “Caminhos cruzados”, sobre a relação entre literatura e informática.

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