• Postado por Tiago

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Buscas ao corpo do patrulheiro seguem em várias frentes

Um helicóptero da Marinha passou o dia de ontem sobrevoando o rio Itajaí-açu e o litoral próximo para ajudar nas buscas ao corpo do patrulheiro da polícia Rodoviária Federal Luiz Carlos Rodrigues, 47 anos. O coitado desapareceu nas águas do Itajaí na tarde de quarta-feira, quando tava voltando pra casa, numa bateira cheirando a nova, que tinha acabado de comprar. O patrulheiro foi visto pela última vez por volta das 16h, nadando em direção às margens do rio, perto do molhe, no lado dengodengo da vala.

Uma lancha da capitania dos portos com uma equipe de busca e salvamento tá cobrindo o rio Itajaí-açu e as áreas próximas onde Luiz foi visto pela última vez, pra ver se consegue encontrar o corpo do coitado. A capitania dos portos também disponibilizou um navio que tava no litoral de Penha pra fazer a busca visual na região.

O delegado da capitania do Portos de Itajaí, comandante Alexandre Herculano Pinto Malizia Alves, explica que a expectativa é que o corpo seja levado pela correnteza até a praia, já que tudo que vem do rio acaba nas areias das praias próximas. As buscas se concentram no rio e também no litoral, no trecho compreendido entre Itajaí e Navegantes, mas se estendem até Penha.

Ontem um helicóptero da Marinha que vinha do Rio Grande do Sul com destino a Blumenau aproveitou para dar uma mãozinha nas buscas. A tripulação do helicóptero começou a bizolhar o mar desde o litoral de Itapema até a praia do Gravatá, em Navega, onde sobrevoou a região da city dengo-dengo durante 45 minutos. Depois do sobrevoo na área da praia, as buscas se concentraram na foz do rio e no trecho do rio que vai até a ponte, na BR-101.

Como morava às margens do rio, Luiz pegou a bateira e decidiu levá-la pra casa pelo rio. O desaparecimento só foi descoberto por volta das 21h de quarta, quando um funcionário do estaleiro fabricante da bateira foi até à casa do coitado pra saber por que ele não tinha ido buscar o carro. A caranga tava estacionada no pátio da empresa.

Com a notícia do desaparecimento do patrulheiro, amigos, parentes, bombeiros e os colegas de trabalho começaram a fazer as buscas. O patrulheiro tinha acabado de comprar a bateira pra usar em pescarias na região. Os familiares contaram que Luiz era um apaixonado pela pesca e sempre que tava de folga dava um jeito de ir pro mar.

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