• Postado por Tiago

Elisabete Laurindo, coordenadora técnica da FMEL, admite que as atividades do período da manhã não tão mais rolando. Isso porque a funcionária responsável pelo programa no período da manhã teve que se mudar da comunidade. “Mas o processo seletivo já está acontecendo”, tranquilizou.

As atividades da tarde continuam normais, garante Elisabete. Além disso, as aulas de judô, que rolavam à noite, foram transferidas para a igreja de São Cristóvão. A bagrona da FMEL alega que uma gangue do bairro tava ameaçando o pessoal do judô. “Eles vinham armados, chegaram até a prender os alunos e o professor semana retrasada”, informou. Segundo Elisabete, nem a criançada da paz tava aparecendo por lá. Ao todo, o programa atende 64 crianças, que participaram das atividades durante a tarde.

A coordenadora concorda com o reclamo dos moradores sobre a falta de um guarda. “Mas tá faltando em toda a cidade. Infelizmente, é uma realidade”, argumentou.

Joacir Centurião, o Cabeça, é presidente da Amjaprocor. Ele discorda da decisão de transferência das aulas da noite para outra comunidade. Para ele, esse horário é quando a meninada mais tá nas ruas, exposta à drogas. “Transferir não vai resolver o problema”, garantiu.

Cabeça também reconhece que a associação tá mesmo precisando de um guarda patrimonial. Ele diz que já pediu o arrego ao prefeito Jandir Bellini (PP), mas não teve sucesso.

A falta de segurança, diz Cabeça, espanta a criançada e deixa a sede da associação à mercê das gangues e dos depredadores.

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