• Postado por Tiago

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Basta ter baile pros abusados invadirem a praça da Vila

Alguns motoristas que frequentam bailes na Vila Operária, em Itajaí, e missas na igreja do bairro, não respeitam as regras de trânsito. Os abusados semanalmente estacionam em cima da praça 1º de Maio, no lugar onde só deveriam transitar pedestres. Tem gente que é tão sem-noção que chega a trancar a entrada da garagem de um prédio próximo.

A universitária C.R. é moradora local e já cansou de denunciar o abuso à Codetran e à polícia Militar. Há dois anos vem pedindo solução pro problema. A foto acima foi tirada na sexta-feira da semana passada. C. contou nada menos que 24 carros parados onde não deveriam.

A pracinha fica no cruzamento das ruas Alfredo Trompowiski e José Eugênio Müller. Há três anos ela foi reformada e desde então os motoras começaram a estacionar veículos sobre a calçada, apesar das placas de trânsitos proibindo a ação.

O desrespeito não poupa nem os deficientes visuais que necessitam da guia especial do passeio pra se locomoverem melhor. Pra estudante, a calçada da praça vai ficar detonada, já que não foi feita para receber o peso de carangas.

No dia 19 de outubro de 2008 um morador mandou ofício pro comando da polícia. Antes disso, o povão também entrou em contato com a Codetran e mandou diversas cartinhas, mas os representantes do órgão passaram a bola pra PM, alegando não trabalharem à noite. Quando os moradores ligam pra central da PM, algumas vezes policiais informam que as viaturas estão ocupadas com ocorrências mais graves.

O tenente coronel Carlos Alberto Mafra, comandante da PM de Itajaí, diz que logo após os atendimentos de urgências, supostamente alegado aos moradores, as viaturas deveriam ser deslocadas pra Vila Operária. Por isso, vai investigar se isso tá ocorrendo.

O comandante, que não chefiava a PM quando o ofício foi enviado em 2008, diz ainda que vai aumentar a fiscalização contra os motoras abusados na praça durante a madrugada. Mas o ideal, argumenta, seria a Codetran montar uma operação no local.

José Alvercino Ferreira, coordenador da Codetran, alega que não recebeu nenhuma denúncia referente ao caso. O chefão da Codetran pediu pra que a leitora entre em contato com o órgão pra poder resolver o problema.

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