• Postado por Tiago

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Animal será entregue pra adoção logo que se recuperar

O diretor do departamento de administração penal (Deap), Hudson Queiroz, garantiu ontem que os dois agentes prisionais suspeitos de usar a cadelinha Pituca como alvo podem ganhar as contas. Os agentes foram acusados de meterem balaços no bichinho. O caso foi dedurado por funcionários do presídio de São Pedro de Alcântara, na Grande Floripa, que cuidavam do animal. Eles tão inconformados com a barbaridade.

?Além de estarem sendo investigados criminalmente, os agentes vão passar por processo interno?, disse Hudson. Foi determinado o recolhimento do porte de arma e as armas que estavam com eles. Se for confirmado o envolvimento, eles poderão ser demitidos. ?Devemos ter mais informações sobre estas investigações em duas semanas?, acredita o diretor.

O caso rolou no domingo à noite, mas a cachorrinha só recebeu socorro na segunda-feira pela manhã, quando duas mulheres localizaram Pituca agonizando num gramado próximo ao presídio. De acordo com Hudson, os funcionários teriam usado um carro oficial pra levar Pituca pra longe da penitenciária. Os desalmados brincaram de tiro ao alvo no gramado onde o animal foi encontrado, agonizando.

O veterinário Marcelo Kuerten, que suou durante quatro horas pra salvar o animal, contou que Pituca tinha quatro furos no corpo, mas que as balas não não foram encontradas. O animal chegou em estado de choque e teve que receber transfusão de sangue. Assim que deixar a clínica veterinária, Pituca será encaminhada pra adoção.

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