• Postado por Tiago

A prefa de Balneário Camboriú promete fazer uma festa de arromba pra comemorar a entrada do ano novo. O auê começa no dia 27 de dezembro e vai até três de janeiro, com atrações na praça Almirante Tamandaré. O ponto alto será a queima de fogos na virada, que vai durar 15 minutos e custar R$ 650 mil. A novidade deste ano é que o foguetório vai sair de quatro balsas ancoradas ao longo da praia. Quem esperava ver o estouro sair da Ilha das Cabras, desta vez vai ficar chupando o dedo.

O festerê, que ganhou o nome de “Réveillon Show”, é uma parceria entre o município, o poderoso sindicato dos Construtores (Sinduscon) e uma empresa de comunicação, que ajudaram à prefa com uma graninha. Mas a maior parte da conta deverá sair dos cofrinhos públicos. O vice-prefeito e secretário de Turismo, Cláudio Dalvesco (PSB), diz que chegou a pedinchar uma mãozinha do governo do estado, mas ganhou um não como resposta. “Nos disseram que em função da crise, não teriam como contemplar o projeto”, conta.

Festa que não acaba mais

A ideia, este ano, foi estender as comemorações pra fazer a alegria da turistada. A expectativa é que de 600 a 700 mil pessoas passem o ano novo na city. Pra manter o povão animado, vão rolar shows diários na praça Almirante Tamandaré, a partir do próximo final semana.

A música também vai embalar a queima das 11 toneladas de fogos que tá prevista pra virada. A empresa Vision Show, que fez o réveillon da avenida Beira Mar, em Floripa, nos últimos anos, tá preparando um esquema pra que os estouros saiam na batida das músicas que farão parte da trilha sonora.

Serão instalados auto-falantes numa área de 700 metros ao redor da praça central. Pra que o pessoal que estiver longe não deixe de ouvir a música, a prefa tá combinando com as rádios da city pra que transmitam a sonzeira ao vivo.

Os foguetes, desta vez, vão sair de quatro balsas instaladas no marzão, que vão ficar a 350 metros da praia. “As pessoas vão poder ver a queima de fogos muito mais de perto”, promete Dalvesco. Ele garante que os barquinhos tão autorizados pela Marinha.

A Ilha das Cabras, desta vez, foi jogada pra escanteio. O secretário diz que os fogos por ali eram perigosos. “A liberação é complicada e o cuidado tem que ser redobrado. Pra que correr o risco?”, lascou. O gran finale será uma cascata luminosa no prédio redondo.

Pra dar conta da instalação dos foguetes até o Ano Novo, uma parte do material já pintou na Maravilha do Atlântico. Mais de 50 pessoas vão trabalhar na montagem e no acionamento do espetáculo, que será feito por computador.

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