• Postado por Tiago

A puliça tá à cata de um traste que mandou pro além um desafeto com quatro balaços, em Balneário Camboriú. O crime rolou no início da tarde de sábado, na frente de toda a vizinhança da rua Canelinha, no bairro dos Municípios. Depois de ter causado a desgraceira, o assassino fugiu e não foi mais encontrado.

A criançada brincava na rua e as donas-de-casa lavavam a louça do almoço, por volta das 13h, quando ouviram quatro pipocos. Os tirombaços tinham vindo da frente de um dos prediozinhos construídos pela prefa, quase na esquina com a Sexta avenida.

Os bizolhudos de plantão correram pra ver o que tinha rolado e encontraram André Danilo da Silva, 20 anos, estatelado na chón em meio a uma poça de sangue. O rapaz, que morava num dos apês populares, tinha sido peneirado nas costas, na perna e no braço. O povão, apavorado, viu quando o assassino siscapoliu correndo, segurando um berro na mão.

Os vermelhinhos foram chamados pra socorrer André, mas não tinha mais nada que pudesse ser feito pelo coitado, que já tinha partido dessa pra uma melhor. Foi a vez dos meganhas e dos tiras da puliça civil entrarem em cena.

Os policiais deram uma boa bizolhada nos arredores, pra tentar identificar o matador, mas não conseguiram achar ninguém. Enquanto o corpo de André era levado pelo pessoal do instituto médico legal (IML), os homis aproveitaram pra ouvir uma renca de gente e descobrir o que rolou.

Ficaram sabendo que André não era flor que se cheire, e pelo jeito andava metido com o tráfico de porcarias. O gurizão já respondia broncas por ameaças e agressão, a maioria da época em que ainda era dimenor.

Os tiras ainda não sabem se alguma dessas tretas pode ter motivado a morte do pobre.

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