• Postado por Tiago

O gerente do posto do banco Bradesco de Luís Alves não vai esquecer tão cedo os momentos de terror que passou na manhã de ontem. O coitado foi rendido por dois malacos, quando chegava para mais um dia de trabalho. Os bandidos o obrigaram a entregar toda a grana que tinha no caixa eletrônico. A direção do banco não informou a quantia roubada, mas a polícia civil da terrinha estima o prejuízo em R$ 100 mil.

Esse foi o segundo assalto a banco em menos de uma semana na city. No outro crime, um homem rendeu o gerente do Besc/Banco do Brasil e limpou o caixa. Como o posto do Besc não tem qualquer esquema de segurança, assim que o coitado começou a trabalhar foi rendido pelos bandidos.

O gerente foi orientado a fazer tudo o que eles mandassem, sem dar um pio, pra não chamar a atenção do povão. Depois de pegar o dinheiro, os ladrões foram até a casa do gerente. Ao chegar ao local, fizeram tortura psicológica contra o coitado usando a foto das duas filhas, dizendo que se ele não cooperasse a família poderia sofrer as consequências.

Em seguida, o obrigaram a pisar fundo no acelerador em direção à BR-470. A vítima dirigiu até a saída da cidade, onde foi colocado no porta-malas do carro e um dos malacos assumiu o volante da caranga.

Os bandidos foram até a estrada geral de Ilhota, onde estacionaram o possante e disseram pro gerente ficar quietinho por cerca de 10 minutos, se pretendesse continuar vivo. Os trastes tomaram Doril, e o gerente saiu do carro um tempo depois. Ele foi ajudado por um morador da região, que chamou a polícia.

Quando os homisdalei chegaram na casa da boa alma, o gerente estava em estado de choque. A polícia acredita que os ladrões tavam monitorando a rotina do gerente do banco, que se acostumou a abrir o posto por volta das 8h.

O crime está sendo investigado pela polícia de Luís Alves, que acredita que os bandidos são de outra região do estado ou até mesmo de fora da Santa & Bela. A polícia não descarta a possiblidade que os bandidos sejam os mesmos que se envolveram no assalto do malote de uma lotérica, no supermercado Angeloni, há pouco mais de duas semanas.

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