• Postado por Tiago

Um simples banho numa cadelinha causou baita confusão num petishópi em Balneário Camboriú. A professora Ieda Maria de Souza, 56 anos, acusa a proprietária do Circus Pet Shop, na avenida Brasil, de maltratar suas netas e sua cachorrinha Pepê, na sexta-feira da semana passada. Rosangela Rocha, dona do lugar, desmentiu a acusação e disse que ela quem foi desrespeitada dentro da sua loja.

O perrengue todo começou quando as netas de Ieda, Giulia, 12 anos, e Bruna, seis, juntaram um dinheirinho pra mandar a cadelinha yorkshire pra tomar um banho. Quando voltaram com a cachorra, a avó pediu que as crianças voltassem ao petishópi porque Pepê ainda tava sujinha. “Ela deu um banho com raiva, puxou o cabelo da cachorrinha e tudo”, acusa Ieda.

Gritaria na loja

No dia seguinte, a professora foi reclamar, já que a cachorra mal abria um olhinho e tava toda borocochô. A proprietária do Circus Pet Shop teria virado o bicho. Segundo Ieda, a muié berrava feito louca e ameaçou chamar a polícia pra expulsar a cliente de lá.

O próprio veterinário da loja examinou Pepê, deu uma pomadinha e um colírio. Ieda tem certeza que a cachorrinha ficou assim depois de voltar do petishópi.

Outra versão

A dona do petishópi contou uma historinha bem diferente daquela relatada por dona Ieda. Rosângela disse que as meninas levaram a cadelinha pro banho e ela até deu um descontinho. “Cobrei 15 reais pelo banho. Tenho 20 anos de experiência em pet shops e o banho foi muito bem feito, mas elas voltaram uns 20 minutos depois pra reclamar”, lembra.

A reclamação era de que a bundinha da cachorra não tava muito limpa. Rosângela disse que mandou dar outro banho, ainda mais caprichado. “Mas depois, à noite, a avó entrou na minha loja já gritando, dizendo que eu era louca, que não sabia dar banho em cachorro e que o olho da cachorrinha não abria. Tudo isso com o pet lotado”, lascou.

O veterinário da loja também examinou a cadelinha, deu uma pomada e um colírio, já que o probleminha no olho poderia ter sido uma alergia pelo xampu usado.

Rosângela disse que ofereceu todo o acompanhamento veterinário do animal digrátis pra dona Ieda, mas ela não voltou. “Não cobrei o segundo banho, nem a consulta do veterinário que custaria 50 reais, nem a pomada e o colírio. E ainda devolvi os 15 reais, pois não gosto que o cliente saia insatisfeito. Mas ela preferiu ir ao jornal”, lamentou.

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