• Postado por Tiago

No ano passado, quando explodiu a bomba, uma sindicância chegou a ser aberta e Peterdione, que na época era só agente de trânsito, chegou a ser exonerado. Por ser concursado, ele conseguiu voltar ao cargo através de uma ordem judicial, mas a pedido da dona justa, uma nova sindicância foi aberta.

Peterdione fazia faculdade de psicologia e se beneficiou da lei que concede bolsa de 50% pros barnabés que tão matriculados no ensino superior, mas fez treta e acabou se dando mal.

Uma técnica em recursos humanos da prefa, que tinha a tarefa de conferir o valor dos boletos pra conceder as bolsas, achou que o benefício de Peterdione era alto demais e pediu a instalação de um sistema de leitura do código de barras do boleto. A barnabé percebeu, então, que o valor que tava impresso nos boletos era diferente do que aparecia quando a maquininha lia o código de barras.

Nos boletos que Peterdione apresentava, apareciam sempre valores superiores a R$ 700, mas quando a barnabé do RH passava o código de barra no leitor, o valor da mensalidade variava de R$ 400 a R$ 600, dependendo do mês. Pra completar, os boletos tinham sempre a mesma numeração.

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