• Postado por Tiago

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Mulherada foi para na delegacia com o papéli das reivindicações

No início da noite de ontem, 12 funcionárias da secretaria de desenvolvimento social foram até a primeira depê registrar um boletim de ocorrência contra o chefe de gabinete da prefa, Edson D?Ávila. Elas contam que foram entregar um documento ao prefeito Jandir Bellini (PP) solicitando melhores condições de trabalho, mas foram barradas pelo abobrão, que teria ameaçado a mulherada.

O perrengue todo começou por volta das 17h. As funcionárias foram até o gabinete do prefeito entregar a reivindicação ? que já tinha sido entregue ao ministério público, aos conselhos regional e municipal de assistência e serviço social e à diretora de proteção social da secretaria, Anadir Schneider. ?Mas fomos impedidas pelo chefe do gabinete. Ele disse que não poderíamos falar com o prefeito por não termos marcado hora, por estarmos em nosso horário de trabalho e por termos desobedecido a hierarquia da prefeitura?, soltou uma manifestante.

Mas o que revoltou a mulherada foi o fato de D?Ávila ter ameaçado as barnabés e, segundo elas, ter cometido assédio moral. ?Ele disse que a gente deveria pensar muito bem antes de tomar qualquer atitude pra depois não arcarmos com as consequências. Ele usou da posição de superior pra nos subjugar e nos intimidar, e isso é assédio moral?, lascou uma das revoltadas, que não quis se identificar.

Edson D?Ávila desmentiu a acusação das funcionárias. ?Não teve nenhum tipo de ameaça e não tenho dúvida das minhas palavras. Não sou responsável pelo que elas interpretam e pela maneira como veem as coisas. Falei apenas que existe um procedimento e que elas não poderiam ser atendidas pelo prefeito naquele momento?, sisplicou.

O abobrão afirmou que as barnabés acabaram entrando numa situação desconfortável, pois deixaram o trampo no meio do expediente e não respeitaram mesmo a hierarquia. ?Elas deveriam primeiro falar com a secretária Rosane Casas e não vir direto aqui no gabinete. O prefeito tem uma agenda e eu solicitei que o documento fosse entregue a mim, que repassaria a ele. Mas elas disseram que iriam conversar entre si, viraram as costas e foram embora?, completou.

Para D?Ávila, as barnabés não estavam querendo resolver a situação das condições de trabalho, mas sim criar um fato e um constrangimento político.

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