• Postado por Tiago

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A grana só sai se justificar as horas extras, diz Edison D?Ávila

Dez funcionários da prefeitura de Itajaí, que tão emprestados para o governo do estado pra trampar na circunscricional de trânsito (Ciretran), denunciaram pro DIARINHO que tão sendo passados pra trás pelo prefeito Jandir Bellini (PP). Os barnabés afirmam que tão se lascando em fazer horas extras e não recebem por isso. Edson D?Ávila, chefe de gabinete do prefeito Jandir Bellini, afirmou ao DIARINHO que as horas extras somente serão pagas se houver uma justificativa convincente.

As horas extras foram suspensas no atual governo municipal. Em abril, depois do berreiro dos barnabés, o secretário de administração, Marcos Antônio Emílio, disse que a grana das horas trabalhadas a mais somente sairia se um relatório sobre esse o trampo fosse entregue. O relatório foi feito mas a promessa do secretaria não teria sido cumprida.

?A gente espera esse dinheiro. É como se fosse parte do nosso pagamento?, diz uma das funcionárias. Ela e outros colegas procuraram ontem o vereador Luiz Carlos Pissetti (DEM), que é presidente da câmara municipal. Foram pedir pel?amor de deus que Pissetti dê um puxão de orelha em Bellini para que pague as horas extras.

?Se um funcionário é cedido pra outro órgão, ele não pode ser prejudicado, penalizado?, disse Pissetti, defendendo os trabalhadores. O vereador afirmou que até segunda-feira terá uma resposta oficial do prefeito sobre o caso.

Terão que justificar a necessidade das horas extras

Edison D?Ávila confirmou ao DIARINHO o reclamo dos barnabés cedidos pela prefeitura ao Ciretran. Ele argumenta que o município não tem responsabilidade de pagar as horas extras de funcionários cedidos a outros órgãos governamentais. Mas disse que há uma orientação do prefeito para que o pagamento das horas extras seja feito. ?Desde que a necessidade dessas horas a mais de trabalho sejam devidamente justificadas pelo chefe imediato do setor em que esses funcionários trabalham?, explicou, completando: ?É para que se tenha um controle maior sobre esses pagamentos?.

O chefe de gabinete não soube dizer se foram pagas ou não as horas extras de abril. ?Mas se não foram pagas, é possível que a justificativa apresentada não tenha sido aceita pela secretaria de administração?, concluiu.

O secretário Marcos Emílio, da Administração, chegou a atender o celular mas disse que não poderia conversar com a reportatem. Edison D?Ávila informou que Marcos Emílio estava com um parente internado em estado grave no hospital e por isso não deu expediente na prefeitura.

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