• Postado por Tiago

Ubirajara Prudklig Tavares, o Bira, ficou frente a frente ontem com o policial Civil que ele tentou matar em maio do ano passado, durante um atentado à depê da muié de Balneário Camboriú.

O encontro rolou durante o julgamento do malandro, que reuniu uma renca de curiosos. Até o fechamento desta edição, o juiz ainda não tinha dado a martelada que sela o destino do cara. Bira passou a tarde toda de ontem sentadinho no banco dos réus, acompanhado de Ademir Antunes, 25 anos, que teria participado da tentativa de assassinato junto com ele.

A dupla teria entrado na delegacia na calada da noite e metido o dedo no gatilho. O tira Paulo César Fernando de Abreu, que tava de plantão, levou um balaço nas costas e teve que se jogar no chão e rastejar, pra não acabar morto.

Ademir foi preso dois meses depois, e Bira, em agosto do ano passado. Ontem, durante o júri popular, a defesa dele alegou que o policial não poderia tê-lo reconhecido com certeza, no meio do tiroteio. Resta saber se a história também vai convencer os jurados.

Até o início da noite de ontem, policiais e parentes do bandidinho ainda escutavam atentos o blablabla. O julgamento não tinha hora pra terminar.

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