• Postado por Tiago

Quase um mês depois da enxurrada braba que detonou Bombinhas, o município arregaça as mangas pra se reconstruir. Pelas contas do pessoal da prefa, a city precisa de R$ 5 milhões pra deixar tudo nos trinques pra próxima temporada de verão. Por enquanto, a galera se vira com R$ 85 mil pra reconstruir pontilhões, limpar canais de drenagem e retirar os entulhos que caíram na via de acesso à cidade.

Como a prefeitura não tem maquinário pra fazer as obras, tem que locar de empresas particulares pra remover as barreiras que caíram pelo município. Além disso, limpam os canais de drenagem e fazem um levantamento das galerias e tubulações que podem sofrer modificações. “Estamos vendo se é possível ampliar as galerias, para que sejam suficientes pra quantidade de chuva que veio naquele momento. Foi algo incomum e ficou claro que o município não está preparado pra isso”, explicou a secretária de planejamento Valquíria Mauzer.

A galera da prefa bola ainda um projeto de duplicação da ponte do rio da Barra, que dá acesso ao centro. Toda chuvinha mais forte que dá, deixa o pontilhão todo detonado e impede a travessia por lá. A secretária afirma que, pra colocar o plano em prática, precisa que chegue uma graninha do governo do estado. Os abobrões já fizeram a solicitação e esperam que o dindim chegue a tempo de reconstruir a cidade pra temporada de verão. O governo ficou de mandar R$ 185 mil.

Já chegaram R$ 85 mil que tão sendo investidos na colocação das galerias do rio Pardo, que caiu e bloqueou a passagem pro Mariscal.

Por enquanto, os pedestres têm que passar por um pontilhão de madeira improvisado ou por um desvio feito numa estrada próxima. “Teremos que ter muita criatividade pra gerenciar estes pequenos recursos e deixar tudo em ordem”, disse.

Quanto às quatro casas particulares que foram levadas pelo aguaceiro, a secretária afirma que tão sendo reconstruídas com dindim dos próprios donos.

Relembre

Na madrugada de 23 de abril uma chuvarada braba detonou Bombinhas em poucas horas. Quatro casas da beira da praia do Canto Grande foram arrastadas pela correnteza. Duas baiucas tavam avaliadas em cerca de R$ 1 milhão.

A força das águas também carregou a ponte de acesso ao Mariscal, fez terra deslizar da encosta do morro e deixou os moradores da localidade isolados por dois dias. No bairro Zé Amândio, 15 casas foram invadidas pela água e pessoas tiveram que passar uma noite em abrigos. Assim que a chuva parou e a água baixou, todos voltaram pra casa.

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