• Postado por Tiago

O blábláblá dos travecos que se exibem pra clientela na região da rua Bulgária e rua Angola, no bairro das Nações, em Balneário Camboriú, tem tirado do sério o leitor M.S., 35 anos. Ele diz que tem moçoilas de vírgula que não conhecem limites de horários e armam mó berreiro em plena madrugada. “Tem algumas que gritam de esquina pra esquina. O barulho é como se estivessem dentro do meu apartamento”, siqueixa.

M. conta que rolam até negociações de preço na base do gogó e não tem quem durma com um barulho desses. Ele tá cansado de perder o sono com a barulheira e garante que não é o único. “Toda a vizinhança aqui sofre com isso. Imagine quem tem criança em casa”, comenta.

Pode denunciar

Andréia Wolff, psicóloga da Associação dos Profissionais do Sexo do Vale do Itajaí (Aprosvi), diz que o cuidado com o falatório altas horas da noite é um assunto constante nas reuniões feitas com os travestis. “Sempre falamos sobre isso, pra que elas saibam quais são seus direitos e seus deveres”, comenta.

A psicóloga explica que a associação trampa como um meio de campo pra resolver conflitos como esse do leitor M.S.. Andréia diz que quem tá de saco cheio com a gritaria pode reclamar pra Aprosvi, que fica na rua 2000, número 780, ou pelos telefones (47) 3398-3260 e (47) 9991-0303. “É importante que a pessoa diga que dia foi, o horário e o local, para que possamos identificar o travesti e resolver a situação”, avisa.

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