• Postado por Tiago

A procura pela Procon de Itajaí é tão grande, que não poderia deixar de ter casos inusitados e até curiosos. Um dos mais engraçados, diz Rafael Seára, procurador-chefe do órgão,envolveu um casal em lua de mel. Depois da igreja e da festa, eles foram curtir as núpcias num motel da cidade. O clima entre os noivos não rolou e eles resolveram ir embora. Não ficaram nem meia hora na lua de mel e por isso se achavam no direito de não pagar. Alegaram que as instalações do quarto não os agradou.

O problema, além da brochada, foi que a gerência do motel não aceitou a alegação e quis cobrar a estadia completa. O casal somente pagou a conta depois que a polícia chegou. Por isso, os recém-casados resolveram reclamar na Procon e exigir seu dinheiro de volta.

O outro, tão engraçado quanto o primeiro, envolveu uma loja de roupas da cidade. A consumidora comprou três calcinhas furrebas. Quando chegou em casa e foi experimentá-las, afirma que encontrou uma mancha esquisita na peça. E justamente no forrinho. Achando aquilo estranho e nojento demais, ela voltou à loja e quis trocar a peça. Como o dono do comércio não aceitou, a moça levou as calcinhas até a Procon e fez a reclamação oficial.

Em nenhum das duas situações, diz Rafael, a Procon pode agir em favor dos consumidores. “E nem tinha como”, afirma. No caso do motel, os noivos deveriam ter reclamado assim que entraram e provado que de alguma maneira havia problemas nas instalações ou que foram vítimas de propaganda enganosa. Quanto à calcinha com forrinho sujo, não havia como provar que a peça saiu da loja daquela maneira.

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