• Postado por Tiago

“No último final de semana, minha esposa e eu vimos o filme “Marley e Eu” e me emocionei muito ao ver que apesar de tudo o que o cachorro fazia, em bagunçar a casa, destruir móveis e objetos, o amor e o carinho que o dono tinha para com o Marley, superava tudo.
Depois disto, aprendi a dar muito mais valor do que damos hoje à nossa mascote, uma linda poodle, que já está velhinha.
Não acredito que ainda existam pessoas que têm cães, gatos ou outro animal, que ao invés de tratá-los com carinho, tratam com tanta crueldade. Por que então ainda os têm? Porque não os dão para aquelas pessoas que amam os animais. Sabemos que eles, os animais, não têm como se defender das maldades das pessoas e elas as fazem porque são pessoas frustradas com a vida. Descontam toda sua raiva e sua frustração em cima dos pobres animais.
Vejo o meu sogro, que tem um papagaio há mais de 10 anos. Ele o ama de todo o coração. Inclusive dá até pão molhado no café; o papagaio adora.
Vamos então, à minha indignação:
Certa vez, não me lembro em qual data foi publicado, uma leitora fotografou um cachorro amarrado a uma grade de janela e o mesmo ficava em cima de uma casinha de gás, mal podendo se mexer, caso contrário, poderia morrer enforcado com a sua coleira. Esse fato ocorreu em uma casa na rua Uruguai, quase esquina com a rua Brusque. Ontem, estava indo até a minha aula na Univali, por volta das 18h50 e para minha tristeza, revolta e indignação, vi o mesmo cachorro, amarrado na mesma grade, em cima da mesma casinha de gás. Vi aquele cachorro sofrer calado. Estava tão tristonho e abatido. Quando voltei, as 20h, o cachorro permanecia na mesma posição. Só não tirei uma foto porque mal daria para ver, no celular. Imediatamente, liguei para a polícia para me informar de algum telefone disque-denúncia, para ver se alguém tomava alguma posição, consegui o telefone, mas não liguei.
Como leio este jornal todos os dias e sei da importância que o mesmo tem em nossa região, preferi enviar este e-mail, porque creio que esta será a única forma de alguém tomar uma atitude. Não podemos permitir que ainda haja pessoas sem coração que fazem isso com os pobres animais.
Eles são seres irracionais, não sabem o que fazem. Não sabem as consequências que os seus atos podem levar e agindo com covardia, não
adiantará de nada. O carinho e o amor prevalecem acima de tudo. Se estas pessoas não têm coração, ou melhor, se elas não têm condições de criá-lo, que doem o cachorro para alguém que realmente possa dar a ele, o que estas pessoas frustradas não dão e nunca darão!
Desde já, agradeço o espaço cedido e por favor, tomem uma iniciativa.
Sei que através deste conceituado jornal alguém se sensibilizará.”

Ass: A.A.

(Transcrito ipsis litteris)

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