• 14 maio 2009
  • Postado por Tiago

a-Lucci-Ferreira-e-Fernanda-Paes-Leme 

Globo não tem responsabilidade no fechamento de clubes

A Globo tem lá as suas normas de conduta. Critérios estabelecidos principalmente para os trabalhos em externas, que podem ou não ser dos mais simpáticos, mas que não dão a ninguém o direito de embarcar em viagens no imaginário.

Nas reportagens do futebol ou de qualquer outro esporte, como vôlei e basquete, por exemplo, já de muito tempo o enquadramento segue ordens bem definidas, ou seja, fechar no rosto do entrevistado, não permitindo que vaze na imagem qualquer tipo propaganda externa, seja ela através de bonés ou banners que hoje decoram as diversas salas de coletivas. Evidente que com essa maneira de ser, a emissora divide opiniões. Entre entender, de um lado, como pura antipatia e egoísmo, e de outro, algo absolutamente natural ou legítimo direito, até cabe uma discussão.

O exagero é que não pode acontecer ou ser levado em conta. Nesses últimos tempos, de modo especial, alguns setores resolveram responsabilizar a TV Globo pelo fechamento de algumas equipes de vôlei, que sempre foram patrocinadas por grandes empresas. Bala perdida. Uma coisa não tem rigorosamente nada a ver com a outra. Podemos falar em crise, novas políticas de investimentos ou até na incompetência administrativa de vários dirigentes esportivos, mas culpar uma televisão por mais essa é algo que chega bem próximo da inconsequência.

É hora de botar esse problema às claras. Vários desses times funcionam como franquias e os intermediários, interessados em facilitar a negociação, ?vendem? a exposição na Globo e em outras emissora. Esse é o jogo.

Televisão nenhuma é obrigada a fazer propaganda gratuita de ninguém.

O problema

A Record está desestruturada tecnicamente. São muitos os problemas em alguns dos seus setores mais importantes.O Recnoc, complexo da teledramaturgia, por exemplo, trabalha acima deste limite há muito tempo. Os equipamentos disponíveis têm condições de gravar duas novelas. Nada mais que isso. Atualmente são duas novelas, um seriado e muitos problemas. ?Bela a feia?, por enquanto, vai continuar na sala de espera.

Enquanto isso, alguém decidiu comprar 30 câmeras, última geração, para o jornalismo. Todas checadas e com chapinha do patrimônio, mas novamente guardadas em suas caixas. Não existem ilhas de edição para elas.

Ficou devendo

O ?Profissão Repórter? tem seus méritos, entre eles, talvez o principal ? o de apostar em jovens jornalistas. Mas a pauta desta semana não tinha novidade nenhuma. Parecia um ?vale a pena ver de novo?, misto de Regina Casé com ?Globo Repórter? ou coisa parecida. Há, na verdade, uma perigosa repetição em programas do gênero. É um exercício bem saudável sair em buscar de coisas novas.

Grupo de apoio

Ricardo Waddington, responsável pelo núcleo, convidou José Luiz Villamarim para o grupo de diretores da próxima novela das seis, que ainda tem o título provisório de ?Pelo Avesso?. Alguns dos seus últimos trabalhos foram em ?Três Irmãs? e ?Paraíso Tropical?.

C´est fini

Dado interessante – hoje, com toda certeza, o ?Jornal do SBT ? Manhã?, apresentado por Analice Nicolau e Hermano Henning tem o maior share, participação de audiência, de toda programação da emissora. Passa de 50% em suas duas edições das 5 e 6 da manhã. Hoje é isso, mas amanhã tem mais. Tchau!

  •  

Deixe uma Resposta