• 06 maio 2009
  • Postado por Tiago

Jornais da TV têm nova postura

Imprimir aos telejornais um ritmo mais leve e informal, até como tentativa, válida, de transformar o noticiário numa conversa entre amigos, hoje se coloca entre os principais desafios da tevê em diminuir a distância que sempre existiu entre a bancada e a poltrona.

Os simples ledores de notícia, constata-se, hoje se enquadram numa classe em extinção. A maior participação dos apresentadores na parte editorial, que só agora acontece de maneira bem mais intensa, propicia um maior comprometimento com a notícia.

Evidente que há os exageros e desacertos, mas o tempo se encarregará de diminuí-los ou corrigi-los. A Rede TV!, justiça se faça, à maneira dela, deu o primeiro passo. A Globo, quebradas algumas resistências, também passou a adotar uma nova postura em seus vários telejornais. Este é o caminho.

Casos, como se conhece, de alguém anunciar queda de avião com muitos mortos e sorriso armado, numa passagem de bloco, dificilmente voltarão a acontecer.

Estratégia diferente

O departamento comercial do SBT resolveu implantar uma linha de trabalho que foge do habitual, no que diz respeito aos novos programas do Ratinho e Netinho. As vendas serão intensificadas depois de suas estreias, para que o mercado tenha melhor conhecimento dos dois produtos.

Ainda assim, o “Show da Gente”, do Netinho, sábado, começa com os seus merchandisings praticamente fechados.

Está estranho

Leila Sterinberg, do canal Globo News, passa a impressão ao seu público que está querendo participar da notícia. Isso é bom. Só não pode abusar das caras e bocas, com direito a biquinho no final de toda leitura. Aí fica esquisito.

O outro lado

A respeito de nota aqui publicada, sobre a diminuição de tempo da Igreja Universal na Record, a emissora, através de um comunicado, informa que não é bem assim.

A nota fala que “a diferença de 15 minutos faz parte de um ajuste de programação. Com isso o cliente da emissora, a Igreja Universal do Reino de Deus, que ocupa parte da programação da madrugada e do começo da manhã, também teve um ajuste que não necessariamente, significou redução dos espaços contratados”.

Resta saber onde foi feito esse ajuste. Se tiraram de manhã e a Igreja não está entrando mais cedo, é preciso descobrir onde houve a compensação.

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