• Postado por Tiago

Dona Santa Pinheiro, 42 anos, e o aposentado Fernando Sartorelli, 60, são vizinhos na rua Antônio de Souza Cunha, na Ressacada, em Itajaí. Moram numa área chiquetosa da cidade, mas sofrem com os caramujos africanos que infestam os terrenos baldios e invadem o quintal dos moradores. Só perto das casas deles exitem três terrenos baldios e uma casa abandonada, onde os bichos fazem a festa.

Santa começou a perceber a presença indesejada dos caramujos há dois anos e já cansou de falar com o proprietário do terreno baldio ao lado de casa. Seu Fernando tem três cachorros e teme que um deles coma os caramujos e acabe adoecendo.

Todos os dias, Santa diz que tira uns 15 caramujos do seu terreno. Pra se livrar dos bichos, a dona de casa os amontoa e joga sal, pra depois colocá-los num saco plástico e tascar no lixo. Santa e seu Fernando dizem que já ligaram até pra Famai, mas ninguem fez nada.

Projeto

Ieda Passos, coordenadora do núcleo de zoonoses da secretaria de Saúde de Itajaí, diz que a prefa tá com um projeto pro ano que vem pra resolver o problema dos caramujos africanos nos terrenos baldios da city. A ideia é trabalhar em parceria com a secretaria de Urbanismo.

Uma equipe seria formada só para atender os casos de caramujos africanos. Através do Urbanismo, o pessoal da zoonoses identificaria os terrenos baldios que tenham os gosmentos e a prefa limparia o local. O serviço seria cobrado pelo carnê do IPTU.

O que fazer se encontrar caramujos no quintal

A primeira coisa é ligar pro núcleo de zoonoses da prefa. O telefone é (47) 3249-5500.

Pegue a bicharada com um saco plástico. Nunca encoste neles.

Faça um buraco com no mínimo 40 centímetros e jogue os caramujos lá dentro. Se o buraco for menor, eles voltam pra superfície.

Nunca jogue os caramujos direto no lixo, pois eles são hermafroditas e vão se reproduzir no aterro sanitário.

Também não precisa botar sal. Isso só vai prejudicar o solo.

O núclo de zoonoses dá um kit com luvas e sacos plásticos pro recolhimento.

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