• 15 jan 2010
  • Postado por Tiago

“Um ano novo está chegando e o sol, mesmo intercalado com a chuva, o jacatirão florido, o flamboyant espalhando vermelho pelas calçadas, me dizem que o novo ano será bom.

Por isso, não desejo muito deste novo ano. Peço apenas o possível: crianças na escola, velhos assistidos. Ou seja: educação e saúde neste nosso Brasil e por todo este mundão de Deus; trabalho para todas as pessoas e alimento na mesa de todos, em qualquer lugar, ética e honestidade em todas as atividades do ser humano, principalmente na política e conscientização geral de que precisamos preservar a natureza para que haja um futuro amanhã.

E também que saibamos cuidar do nosso meio ambiente. Que paremos de desmatar, que possamos diminuir a poluição, para que nossos filhos e netos possam ter um mundo viável mais adiante. Não quero, para todos nós, filhos de Deus, uma felicidade instantânea e fácil; quero uma felicidade conquistada, verdadeira e merecida. Uma felicidade perene.

Quero sorriso no rosto das pessoas, mas não sorrisos tristes. Quero sorrisos iluminados, pejados de fé e esperança, pois se não os houver, não haverá vida. Quero luz nos olhos de toda a gente, faróis a apontar o caminho. Quero paz no coração de todo ser humano, quero carinho a semear ternura, quero uma canção em todos os lábios a propagar a fé.

Quero pedir aos homens, principalmente aos que detêm o poder, o fim das guerras, que o seu coração foi feito para abrigar a paz – e seus lábios, suas mãos e seus olhos foram feitos para disseminá-la. O homem não foi feito para deter o poder em suas mãos e com este poder destruir seu semelhante.

Peço à força maior, que rege o universo, que erradique do coração do homem a ganância, a inveja, o ódio, a indiferença. Não estou pedindo nada impossível. Tudo o que peço pode se tornar realidade, se todos quisermos. E precisamos querer, para que este próximo ano que se inicia seja bom, seja melhor que os anteriores. Para que os nossos sonhos possam continuar, para que possamos ter esperança de realizá-los.”

Ass: Luiz Carlos Amorim

(Transcrito ipsis litteris)

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