• Postado por Tiago

Difícil passar pela rua Alexandre Batista e não parar pra apreciar a decoração

A casa de Sônia Maria dos Santos, 41 anos, foi encontrada por acaso. O DIARINHO tava produzindo uma reportagem pela localidade da Murta, quando passou pela baia enfeitada. Luzes e muitos papais noéis ocupam hoje a garagem. A criatividade é o forte de dona Sônia. ?Eu uso tudo o que tenho em casa. Compro bem poucas coisas?, revela.

No local, quase não há espaço pra mais enfeites. No teto, penduricalhos. Na parte central da garagem, uma árvore de Natal. Logo ao lado é a concentração dos papais e mamães noéis. Um deles bebe refrigerante, o outro anda de carrinho e existe ainda o Noel moderninho, que navega na internet pelo computador. Ah! Sem esquecer, é claro, do boneco de neve, que acompanha os velhinhos. ?O bonito mesmo é à noite. As luzes ficam todas acesas?, conta a dona de casa.

A baiuca enfeitada fica na rua Alexandre Batista, na Murta, e é bem facinha de ser encontrada. Já na fachada, cordinhas com algodão dão a impressão de que neve cai lá do alto do céu. A magia do local é tanta, que a criançada da rua já sabe como chamar o lugar: ?É a casa do Papai Noel?, disse com euforia, Rafael Ribeiro Pereira, sete anos, que brincava de bola com os amiguinhos na rua.

Sônia, que mora no local com o marido e a filha de 14 anos, revela que os arranjos não tão totalmente prontos. Sempre que visita lojinhas de decoração, ela dá uma bizolhadinha nos enfeites e tira o modelo pra fazer em casa. O legal é que tudo é feito do seu jeitinho. As bonecas que eram da filha, agora são mamães noéis. E quem pensa que o marido de Sônia acha tudo isso exagero, se engana. ?O meu marido adora. E os vizinhos também. Todos ficam na expectativa pra ver o que vou inventar?, conta.

O Natal colorido e iluminado já faz parte da vida de Sônia há 14 anos. Nem mesmo com a enchente do ano passado, que atingiu sua casa até o teto e destruiu quase tudo o que tinha, ela deixou de enfeitar o local. ?No ano passado tinha pouca coisa. Mas esse ano o ânimo foi outro?, afirma.

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