• Postado por Tiago

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Alejo Muniz foi o catarinense com melhor desempenho na competição

O time masculino brasileiro chegou bem às semifinais do mundial júnior de surfe, com três surfistas na parada. Mas foi Maxime Huscenot, das Ilhas Reunião, país de colônia francesa, quem acabou levantando o título na Austrália. Ele bateu na final o potiguar Jadson André, que pelo segundo ano seguido sai como vice-campeão. No feminino, a australiana Laura Enever venceu a havaiana Alissa Cuizon na final.

Cabeça de chave número 1, Jadson André agora concentra suas atenções pra estreia na elite do surfe mundial, em fevereiro. ?Estou desapontado porque surfei bem a semana inteira e novamente perdi a final. As condições do mar não estavam boas e o Maxime surfou bem as ondas que pegou, então tudo bem, ele mereceu o título?, lamenta o brasileiro.

Na decisão, Jadson começou perdendo na disputa onda a onda. Ele chegou a virar o placar, ao abrir 5,18 pontos de vantagem sobre Maxime. Com isso, Jadson resolveu esperar uma série com altas ondas, mas que não deu certo. Maxime surfou melhor e assumiu a ponta dinovo com uma onda 7,50 pontos, restando dois minutos. No final, deu o francês com 14,17 pontos a 13,60 do potiguar.

Alejo no quase

Vindo de uma vitória apertada sobre o havaiano Granger Larsen nas quartas-de-final, o surfista de Bombinhas, Alejo Muniz, mandou bem na bateria semifinal, contra Maxime Huscenot, mas não avançou. O gringo pegou uma boa onda logo no início, de nota 8,33. Quando o catarinense tentou reagir, com um 7,60, Maxime deu o troco com um 7,23 pra impedir uma decisão verde e amarela. O placar ficou em 15,56 x 14,27 pro campeão.

Entre as minas, Gabriela Leite, de Balneário da Barra do Sul, foi a melhor brasileira colocada. Ela caiu nas quartas-de-final e ficou em quinto no geral. Já Susã Leal, de São Francisco do Sul, foi a 17ª colocada.

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