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“Prezados, nas edições de 12 de janeiro e 6 de fevereiro do DIARINHO, nos encartes “Entrevistão”, tanto o prefeito Jandir Bellini quanto a vice-prefeita e secretária da Saúde, Dalva Rhenius, citaram um prêmio de R$ 40 mil recebido pelo município de Itajaí em 2009, em função do bom serviço de
saúde oferecido à população. A bem da verdade, tal prêmio foi concedido pela secretaria estadual de Saúde ao município de Itajaí e refere-se aos anos 2005 e 2006, na gestão do ex-prefeito Volnei Morastoni. Na época, a pesquisa
de avaliação da atenção básica foi realizada pela universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em diversos municípios de Santa Catarina e levou em conta diversos parâmetros como redução de mortalidade infantil e materna, de internações evitáveis, índices de avaliação e monitoramento da atenção básica.

Mas só em 2009 foram divulgados os resultados e as premiações efetuadas. A pesquisa completa está disponível no endereço www.saude.sc.gov.br, clicando no ícone ‘Atenção Básica’ e depois em ‘PROESF- avaliação e monitoramento’.
Parabéns a todos os profissionais de saúde do SUS em Itajaí que contribuíram para que o município recebesse esse prêmio, esperamos que venham outros mais, mas é importante informar os fatos corretamente.”

Ass: Marco Giostri,

médico ex-secretário de Saúde de Itajaí

(Transcrito ipsis litteris)

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“Com o tempo, percebi que pessoas dos perfis mais diferentes podem ter sido infieis em algum momento de suas vidas, sem, com isso, merecer apedrejamento.

Assistindo à minissérie Dalva e Herivelto é impossível não pensar no tema traição. A pergunta que fica no ar é por que um sujeito que aparentemente tem tudo (amor, paixão, fama, família, casamento) jamais parece estar satisfeito e pula de aventura em aventura? E tudo isso à revelia da parceira, que sofre-desespera-se, lamenta, tem chiliques, impotente que é diante das rebeldias amorosas do marido.

Eu costumava pensar o espinhoso assunto da traição de uma forma bem simples: é inaceitável, revoltante e ponto final. Com o tempo, fui percebendo que pessoas dos perfis mais diferentes (sérias ou cafajestes, criaturas comuns ou não) podem ter sido infieis em algum momento de suas vidas, sem, com isso, merecer apedrejamento. Algumas vezes me choquei com histórias de infidelidades cometidas por criaturas acima de qualquer suspeita, até deixar de me abismar e entender que qualquer pessoa é capaz das atitudes mais incríveis, sejam elas quais forem.

Há inúmeros motivos pelos quais se trai: tédio, desejo, frivolidade, carência, vingança… A questão me custou anos de meditação até que eu compreendesse que o ser humano tem, em si, programada a genética da poligamia – e isso vale tanto para homens quanto para mulheres.

Por isso, muitas vezes o adúltero é infiel e nem sabe justificar o motivo. Quando vê, já está atraído por outro que não o parceiro oficial. A genética de anos de evolução explica: em nossas origens ancestrais, quando não havia pudores ou moral social, tínhamos a missão de procriar e de tentar sobreviver. Quanto mais rebentos, melhor para a espécie. Essa noção está impregnada em nosso DNA e, à custa de séculos de civilidade, é que fomos domando o instinto de conhecer, no sentido bíblico, todos os que estivessem dispostos a tanto. Hoje essa ideia se modificou bastante (já que ninguém quer sair por aí arranjando filhos a cada caso), mas continua a formatação hereditária que compele as pessoas a se envolver com o maior número de parceiros possível – ou, então, que nos faz questionar se a vida monogâmica é solução ou suicídio.

É fato que manter relacionamentos exige um esforço de Hércules para os envolvidos, especialmente no que diz respeito a cultivar as razões pelas quais continuam juntos. O natural desgaste que os anos compartilhados agrega a uma rotina enfastiada e a oferta permanente de romances eventuais é geralmente o estopim para incentivar as traições. Mesmo assim, acredito nos relacionamentos longos, estáveis e plenamente satisfatórios. Eles são possíveis, mas demandam um cuidado enorme e constante enquanto durarem.

Já dizia o bordão: trair e coçar, é só começar. É tão simples que basta querer. O desafio da vida a dois é saber ser tão criativo e comprometido com os votos de união que, a cada dia, sejam ambos capazes de se tornar continuadamente desejáveis, originais, surpreendentes, cúmplices, amantes um do outro, apenas – e de mais ninguém.”

Ass: Daiana Franco Nogueira

(Transcrito ipsis litteris)

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“Todos os sabichões da economia sabem da relação direta do aumento de impostos e a inadimplência, menos a prefeitura de Itajai, que está com alguns artefatos explosivos para desarmar.

Os prejuízos econômicos causados a partir de setembro de 2008 e agravados pelos efeitos climáticos em novembro do mesmo ano ainda afetam mesmo aqueles que não foram diretamente atingidos, pois a vida em nossa comunidade é interdependente, o que não foi levado em conta por ocasião do lançamento do IPTU para o exercício corrente.

A primeira bomba vai estourar dia 15 do corrente mês, quando vence o prazo para pagamento do IPTU de uma só vez, pois quem previa quitar a totalidade do imposto nessa data verá que o dinheiro ficou mais curto que o necessário e não vai conseguir aproveitar o desconto de 15%.

A segunda bomba está prevista para o dia 15 de março, quando o desconto oferecido será de 10% para os que conseguirem juntar um pouco mais do que tinham no mês passado e não foi o suficiente para quitar todo o IPTU numa só lambada.

Se não conseguiram pagar em fevereiro, onde conseguirão mais dinheiro para pagar em março?

Haverá algum dinheiro entrando nos cofres da prefa proveniente daqueles que ainda têm dúvida que, em razão de suas necessidades, a prefa não concederá anistia aos maus pagadores no correr do ano, castigando aqueles que fizeram sacrifícios para manter seus impostos em dia e beneficiando os que pouco se importaram com a dívida.

Duvidam?

É só esperar prá ver!”

Ass: Celso Lima

(Transcrito ipsis litteris)

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“Trabalhei este fim de ano no Marieta. Tive vontade de escrever e compartilhar com mais pessoas a forma com que o Marieta me afetou neste tempo de festas.

Durante o final de ano, tradicionalmente, todo mundo tira férias. Os médicos e os profissionais de saúde, também. Mas o Marieta não para. Quem trabalha no hospital sabe que é preciso se organizar, preparar as escalas, ver quem trabalha e quem folga, porque o hospital não pode parar.

Visitei os pacientes da oncologia e os pacientes da enfermaria de clínica médica. Também atendi pacientes no pronto-socorro, nas UTIs, nas enfermarias de ortopedia e de cirurgia. O que eu vi – e quero compartilhar com muitos – foi um hospital moderno, bem equipado, com as enfermarias recém-reformadas, limpas, organizadas com todos móveis e utensílios novos. Vi um pronto-socorro todo novo, equipado e lotado. Vi quatro unidades de tratamento intensivo, cheias de pacientes. Casos graves, complexos, recebendo atendimento de primeiro mundo.

Entretanto, vi mais do que isto. Vi pacientes de todas as idades, homens e mulheres, doentes, alguns muito doentes, com dores, sofrimentos, medos, preocupações, ansiedade e esperança. Pacientes atendidos por uma equipe formada por muitos profissionais: maqueiros, telefonistas, escriturárias, copeiras, faxineiras, guardas, técnicos de enfermagem, técnicos de Rx, enfermeiras, médicos residentes e médicos e médicas e… tanta gente. Todos trabalhando Natal e Ano-Novo como se fossem dias e noites comuns.

É nosso trabalho, sei disso, como tantos profissionais trabalham incansavelmente para manter serviços essenciais à população: polícia, bombeiros, motoristas, muitos… É nosso trabalho atender pessoas doentes. Mas é muito mais do que isto. Nós, no Marieta, somos muito bons no que fazemos. Sabemos o que estamos fazendo. Somos especializados para atender tudo, qualquer demanda da população da região.

Fazemos partos, cesáreas, pequenas cirurgias, grandes cirurgias, enormes cirurgias. Atendemos recém-nascidos, jovens, mulheres grávidas, adultos, idosos, muito idosos. Tratamos diarréias e desidratações e infecções graves, gravíssimas. Fazemos diagnósticos simples, toda hora, e diagnósticos difíceis, complicados, dignos de apresentação em qualquer revista médica do mundo, todos os dias.

Estamos todos a postos, 24 horas, sete dias na semana. Portas sempre abertas. Todos são atendidos. Lado a lado, nas nossas enfermarias estão os pacientes de Itajaí, de Navegantes, do Mato Grosso que vieram veranear na Penha. Argentinos, uruguaios, brancos, pretos, mulatos, japoneses. Muitos, todos, leito ao lado de leito, atendidos, examinados, cuidadosamente, todos os dias. Todas as horas, medicados, lavados, vestidos e alimentados.

Não tem tempo ruim para o Marieta. Conseguimos as ressonâncias, as colangiorressonâncias, as tomografias, as endoscopias, as biópsias. Mandamos exames para fora, ligamos para ver os resultados. Insistimos, colhemos, andamos atrás do que for preciso. Queremos muito fazer os diagnósticos, acertar as condutas, operar no tempo certo. Atender, aliviar, tratar.

Fazemos diferença na vida de cada um de nossos pacientes. Fico ouvindo nosso técnico de enfermagem dar banho no paciente desconhecido, sem nome, que está sob nossos cuidados há mais de um mês. Ouço o técnico dando banho, trocando as fraldas, dando comida na boca. Sempre com respeito, com atenção, com carinho.

Temos problemas. Sei disto. Muitos problemas. Temos um número múltiplo de 300 (leitos) problemas. Cada paciente, e sua família, tem diferentes problemas, temores, anseios, necessidades. Temos carências, nos falta dinheiro. Oitenta por cento de nossos pacientes são atendidos pelo SUS. O SUS remunera nossos procedimentos, mas as tabelas de remuneração estão muito longe de cobrir todas as despesas dos pacientes. Alimentação, roupa, suplementos alimentares, fisioterapia, fonoterapia, medicação, antibióticos de última geração – toda a tecnologia disponível no mundo ao nosso alcance.

Devemos à congregação das irmãs o mérito de administrar o hospital. É, definitivamente, um jogo de quebra-cabeças fechar as contas no final do mês. Mérito das irmãs que vivem no hospital. Que vivem o hospital. Incansáveis, presentes em cada setor, a toda hora. Que suportam nos seus braços e costas o custo das queixas, das demandas, dos problemas de todos nós.

Todos queremos soluções para os problemas. Os pacientes, em primeiro lugar. Os familiares dos pacientes que, acreditem em mim, têm as mais diferentes e excêntricas necessidades e opiniões. Nós, médicos, queremos resolver nossos problemas. Cada vez necessitamos de mais tecnologia. E queremos ser remunerados pelo sobreaviso, pelos plantões, por nossas habilidades e conhecimentos. Todos os médicos do corpo clínico do Marieta são especializados. Muito especializados. Alguns de nós são referências nacionais nas áreas em que atuam. Hoje orientamos mais de 30 médicos residentes, jovens, inteligentes, hábeis. Ávidos por dar o melhor de si para cada um de seus pacientes. Olhos brilhando ao atender mais um paciente, ao ver o resultado favorável, a evolução feliz de seus casos. Passamos o dia no hospital e horas em casa, estudando nossos casos, buscando a melhor conduta, o diagnóstico mais acurado, mais rápido, o tratamento mais efetivo.

Mais cedo ou mais tarde, como não canso de dizer, todos passaremos no Marieta. É lá que internaremos nosso irmão, nosso pai. É no Marieta que operaremos nossas apendicites e nossos tumores. É no Marieta que trataremos nossa pneumonia, é la que veremos nascer nossos filhos e nossos netos.

Bem, é isto que o Marieta representa para nós. É isto que o Marieta faz por cada um de nós. Não seria hora de perguntar: O que cada um de nós pode fazer pelo Marieta?”

Ass: Denise Viuniski da Nova Cruz, médica do hospital Marieta

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“Criado em 13 de julho de 1990 (Lei Federal 8069), o denominado ECA foi complementado em 26 de dezembro de 1997, delegando competências à secretaria da Criança e do Adolescente, descentralizando e repassando (racionalizando) tarefas aos municípios no sentido de promover-se os direitos deste público (alvo) abrangente e localizado, e daí devendo: objetivar estudos com vistas a providências cabíveis aos casos em si; manter-se articulações com as instituições representativas e afins; articular-se com o Ministério Público; apurar, prevenir e reprimir os abusos cometidos à criança e ao adolescente; realizar e promover convênios com órgãos públicos ou com entidades civis; e promover estudos e pesquisas relacionados com a questão infanto-juvenil.

Pois bem, decorrido todo este tempo, ainda existem municípios emergentes pelo contrastante Brasil (zão), a exemplo de Navegantes, que ainda não deram conta de poder ver estruturada uma delegacia da Mulher, Criança e do Adolescente. Muito embora, a crescente demanda dos casos pertinentes e afins seja merecedora de uma atenção especial e prioritaríssima.”

Ass: Clebion Miranda

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“Li as entrevistas do Jandir, Provesi, Maria Izabel e Pissetti, abordando o tema turismo em nossa cidade. Em dado momento, um dos entrevistados mencionou a necessidade de surgirem ideias que possam servir como atrativo turístico. Então, aqui vai uma: Que tal a prefeitura encampar um projeto para instalar uma torre de vento, usina eólica, no local aterrado perto do boqueirão do Saco da Fazenda? A energia elétrica produzida lá poderia ser usada na atual iluminação do molhe da barra e da estrada de Cabeçudas.

Não sou perito em avaliar se o volume de vento naquele local garantiria o funcionamento de uma usina do tipo, mas sem dúvida nenhuma é um dos poucos locais na nossa cidade que possui esta condição, pois sua posição é voltada ao mar aberto.

Além de se tornar um ponto de atração turística e um exemplo de produção de energia limpa, poderia ainda servir de laboratório aos nossos estudantes locais e também economizaria a energia elétrica fornecida pela concessionária.”

Ass: C. Brito

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“A inexistente, e se existe, desinteressada, fiscalização da prefeitura municipal de Itajaí, no assunto já cansativo do loteamento indiscriminado da faixa de areia na praia Brava por parte de proprietários de bares e afins, chega às raias do ridículo.

Residindo ali há 11 anos, jamais vi um fiscal da prefeitura.

Nem com a presença de repórteres do jornal de Santa Catarina que fizeram as vezes de fiscais, o palácio acorda.

Todo santo dia, por volta das 7h da manhã, inicia-se o fincamento dos guarda-sóis, com mesas e cadeiras em números absurdos e às vezes nem compatíveis com o tamanho do boteco.

Posteriormente ao incidente do Santidade, eu, no domingo, dia 17, às 11h, constatei a presença de dezenas de mesas, cadeiras, etc.. Todas de bares e vazias na faixa de areia, entre a avenida Carlos Drumond de Andrade e o canto sul da praia.

Esta estúpida tolerância por parte dos órgãos públicos, aliada à ideia também estúpida de que “vamos fechar os olhos pois os coitados dos proprietários só faturam nos meses de verão”, é no mínimo típica de gente provinciana.

O ônus da opção comercial dos proprietários compete somente a eles e não aos moradores do local e turistas que chegam à praia por volta das 9h e, dependendo da maré, não encontram espaço para se estabelecerem.

Entretanto, lembrando que levaram 30 anos para despejarem bares e afins da faixa de areia, do tipo Kiwi, Galera´s etc., só nos resta ter calma nos próximos 29 anos. Quem sabe neste período até os galináceos, quero dizer, os cachorros também sejam despejados da faixa de areia, tanto os de quatro patas como os de duas.

Em tempo: onde foram parar os sanitários móveis tão frequentes na praia na administração anterior?

Espero que na revoada dos secretários no fim deste mês, o da Saúde esteja entre os que levarão cartão vermelho. A menos que ele, além de recitar a Lei Estadual nº 6320/83 (esta com prevalência sobre qualquer outra municipal) e seus decretos pertinentes, a ponha urgentemente em prática.

Saúde pública é considerada item essencial. Devem trabalhar inclusive nos fins de semana.

Existe um documentozinho chamado alvará para funcionamento que, apesar de contribuir para a receita municipal, deveria ser liberado com mais critério não só sob o ponto de vista de saúde pública mas, se for o caso, no atendimento integral de eventuais termos de ajustes de conduta. Com a palavra os senhores diretores da vigilância sanitária e secretário de Saúde.”

Ass: Alencar Ziesemer, morador

da Praia Brava

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“Em nome do diretor-presidente da legião da Boa Vontade, José de Paiva Netto, parabenizamos o jornal Diário do Litoral pela passagem dos seus 31 anos. Na homenagem, dedicamos ainda essa frase do escritor Paiva Netto. “Todas as vitórias estão decididamente ao nosso alcance pela força do nosso trabalho”.

Ass: Derli Francisco, assessor de

imprensa da LBV

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Meu nome é Solange. Sou mãe de um adolescente que estuda no colégio municipal Vereador Santa. Meu filho é apaixonado pelo surfe. Lendo a matéria no seu jornal, de 25 de janeiro de 2010, na página oito, gostaria de também expressar a minha decepção com a administração local com relação ao incentivo ao esporte para as crianças que estudam no município.

Infelizmente, por causa dessa falta de incentivo, nós vemos tantos adolescentes nas ruas procurando outras coisas pra fazer, quando eles poderiam estar na praia recebendo instruções de como ter uma vida saudável e bem mais feliz praticando esportes.

Meu filho tem vontade de participar de campeonato, sim. Mas onde estão aqueles que deveriam estar olhando por isso? E onde está o dinheiro que deveria estar sendo repassado para a LERBC [Liga de Esportes Radicais de Balneário Camboriú]?

Vejo muitos meninos e meninas com um grande potencial pra se transformarem em grandes campeões no esporte, aproveitando a beleza do lugar onde vivemos. E temos muitos professores capacitados e disponíveis pra ensinar. Mas, por causa dessa política mal feita, vemos tantos talentos se perderem.

Esse é meu desabafo como mãe. Desejo ver o município em que eu trabalho e voto fazendo mais pelos nossos adolescentes e jovens pra evitar que eles se percam nas drogas e na criminalidade. É investindo na criança que teremos adultos responsáveis e dignos.”

Ass: Solange

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“A radiação se constitui de partículas e ondas eletromagnéticos. Ela é perigosa porque produz íons que danificam as células e causam mutações.

Podemos estudar a radioatividade como emissão de radiação por elementos naturais ou artificiais. Por exemplo: na fissão nuclear onde o núcleo de um átomo se divide em fragmentos, o Urânio (U) e o Plutônio (Pu), com números atômicos (Z=92 e Z=94), respectivamente, se desintegram para formar núcleos de elementos mais leves. Este processo pode ocorrer de maneira descontrolada e destrutiva ou lentamente de modo controlado e útil. Outros elementos podem se tornar radioativos ao serem bombardeados com partículas ou ondas. Entre as reações nucleares, além das citadas, dá-se também a transmutação que é a conversão em um núcleo diferente.

A radiação – ou núcleos instáveis radioativos – emite partículas sub-atômicas que são: alfa, são núcleos de hélio (He), com 2 prótons e 2 neutros; beta (e), que são os elétrons. Os raios gama são ondas eletromagnéticas. O uso de material radioativo na corrente sanguínea é usado para diagnosticar câncer nos ossos.”

Ass: Maria Isabel Fiorin, professora física e química

(Transcrito ipsis litteris)

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