• 08 fev 2010
  • Postado por Tiago

Recado---Douglas

Douglas

Parabéns ao Douglas, que neste dia 8 completa mais um ano de vida. Saúde, sucesso e felicidade! Que Deus o ilumine sempre! São os votos de seus familiares, amigos, namorada e também da família boca d?água .

Recado---Clique

Clique

Clebion Miranda e sua filha Amábylle Paz Miranda, flagrados sob franca evolução nos preparativos carnavalescos do Bloco do Pau Doce, em Navegantes/2010.

 

Bicharada

Doa-se

Gato siamês. Fone 3045-7454 ou 9917-6918.

Doa-se

Filhotes de um cachorrinho pequeno. Fone 3045-7454 ou 9917-6918.

Doa-se

Maravilhosos gatinhos. Fone 3246-1713.

Namoricos

Procuro namorado

Sou mulata, evangélica, 39 anos, sem filhos e procuro homem de 39 a 42 anos, evangélico, para futuro compromisso. Ligar das 13h às 20h. Fone 9137-9385. Não aceito a cobrar.

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  • 06 fev 2010
  • Postado por Tiago

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Roberta Santana, 30 anos, pede pra prefeitura de Itajaí dar uma garibada nos canteiros em frente à Marejada. A leitora comenta que as flores foram arrancadas de lá e hoje só se vê grama nascendo

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  • Postado por Tiago

O balconista Clóvis Aviz, 33 anos, passa sufoco cada vez que receitas médicas do sistema Único de Saúde (SUS) aparecem na farmácia onde trabalha, nos Cordeiros, em Itajaí. De 10 folhinhas, pelo menos em sete delas tem dificuldade de decifrar o que tá escrito. Nesta semana recebeu uma em que era impossível identificar o nome de um remédio.

Era de noite quando um cliente chegou à farmácia. Trazia a receita cheia de garranchos. Um dos medicamentos Clóvis até conseguiu identificar. Um outro, só descobriu que começava com a sílaba “ce”. A dúvida é se era o antibiótico Cefalexina ou o antiinflamatório Cetoprofeno. Como o outro medicamento na receita era o antiinflamatório Diclofenaco, Clóvis chuta que o médico receitou a Cefalexina. Mesmo assim, na dúvida, resolveu não arriscar. “Eu prefiro não vender, mas nem todas as farmácias têm este cuidado”, observa.

Clóvis diz que as receitas indecifráveis geralmente são de clínicos gerais de postos de saúde. Quando recebe uma, o jeito é ligar pro postinho e tirar a dúvida com a secretária ou direto com o médico. Na noite em que o cliente apareceu com o receituário cheio de garranchos, ninguém atendeu no posto de saúde. O paciente voltou pra casa sem o medicamento. Ele cedeu a receita, mas não autorizou a divulgação de seu nome e do médico.

Com 16 anos de experiência no balcão de farmácias, Clóvis conta que uma vez chegou a brigar por telefone com um médico que teimava em escrever garranchos. Mesmo assim, o reclamo não adiantou.

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  • Postado por Tiago

O problema de médico relaxado escrever receita que ninguém entende é tão grave, que a agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) baixou uma portaria determinando que as folhinhas indicando remédios devam ser preenchidas de forma legível.

Anderson da Silva, fiscal sanitarista da secretaria de Saúde de Itajaí, informa que as denúncias podem ser feitas direto na vigilância sanitária da prefa. O pessoal da vigilância dá um pito no médico. Caso ele não tome jeito, o reclamo é passado pro conselho Regional de Medicina (CRM).

O médico Wilmar Gerent, conselheiro do CRM na Santa & Bela, disse ao DIARINHO que o dotô denunciado pela garrancheira leva um pito. “Eventualmente, poder resultar em um processo na comissão de ética”, afirma, completando: “Mas ninguém vai cassar um médico por causa disso”. É que, informa o conselheiro do CRM, não há punição prevista pra letra feia dos médicos.

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  • Postado por Tiago

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Você entendeu o que tá escrito na receita acima? Pois foi esta a receita que o balconista não conseguiu decifrar por completo. Nem ele e nem outros quatro atendentes de três farmácias do centro da cidade, pra quem o DIARINHO mostrou o receituário.

Em todas as farmácias ninguém entendeu o que estava escrito nas últimas duas linhas da receita. Com muito esforço, atendentes de duas drograrias diferentes disseram ser Dicoflenaco um dos medicamentos escritos e chutaram o Cefalexina para o outro remédio. Na terceira farmácia, a balconista arriscou um Cetroprofeno pro segundo medicamento. Mas, desconfiada, chamou outra pra dar uma olhada, que disse, sem muita certeza, ser a Cefalexina. Outra balconista, ao ver a dificuldade das colegas, intrometeu-se e lascou com sabedoria: ?Se tem dúvida, nem vende!?.

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  • Postado por Tiago

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Falta carteiro na praça

O publicitário aposentado Pedro Heck, 67 anos, é mais um cidadão de Balneário Camboriú que sofre com a falta de carteiros na cidade. Morador da rua 1950, ele não recebe correspondências desde novembro. Já teve que pagar juros nas contas de telefone e cartão de crédito. Os Correios alegam falta de gente pra entregar cartas e abriu concurso pra contratar carteiro e atendente.

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  • Postado por Tiago

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Edson diz que foi enganado e tá revoltado

Edson de Borba, 33 anos, tá perdendo a cabeça com a motoca detonada que comprou, uma Speed 150. Ele reclama que a autorizada da Dafra ficou embromando na troca das peças capengas até passar a garantia. Agora, sem comprovante de que foi enrolado, o coitado tá com as mãos atadas. Os problemas vão desde parafusos enferrujados até oscilação no velocímetro.

O leitor, que é motorista, comprou a motoca zero bala há um ano e sete meses. Dois meses depois, diz, os parafusos começaram a enferrujar. Não demorou e a ferrugem tomou o cano de escape e o amortecedor. Não bastasse isso, com o tempo a bucha da balança estourou, a caixa de direção ficou capenga e o velocímetro começou a oscilar.

O pessoal da loja chegou a trocar o velocímetro, a caixa de direção e a pintar o cano de escape pra acabar com a ferrugem. Meses depois, os perrengues voltaram. ?O problema deve tá na estrutura da moto?, acredita Edson. A autorizada, então, teria começado a dar a desculpa de que a fábrica tava com muita demanda e por isso estavam com falta de peças. O motorista diz que caiu na conversa do gerente de que, mesmo se a garantia de um ano expirasse, iriam trocar as peças.

Agora, Edson tá doido porque a loja foi vendida e mudou de gerente. O leitor não pegou nenhum documento que comprovasse que o antigo chefão tinha prometido arrumar a moto. Por isso nem a Procon tem como ajudá-lo. Edson diz que a loja tá querendo colocar peças usadas em sua moto. ?Peça velha eu não quero?, diz.

Sem comprovante, não tem jeito

Adull Simão Falchett, atual gerente da Diamante Dafra, conta que a loja foi comprada em novembro do ano passado. Adull diz que o cliente o procurou e relatou o problema, mas não tinha nenhum comprovante de que o antigo gerente se comprometeu em trocar as peças depois da garantia. Adull chegou a mandar um e-mail à fábrica da Dafra contando a história de Edson, mas como ele nem mesmo registrou reclamação no serviço de atendimento ao cliente da empresa, a fábrica negou atendimento. O gerente conta ainda que pra tentar ajudar, propôs à Edson vender peças usadas ou novas por um preço abaixo do mercado, mas o cliente não aceitou.

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Basta ter baile pros abusados invadirem a praça da Vila

Alguns motoristas que frequentam bailes na Vila Operária, em Itajaí, e missas na igreja do bairro, não respeitam as regras de trânsito. Os abusados semanalmente estacionam em cima da praça 1º de Maio, no lugar onde só deveriam transitar pedestres. Tem gente que é tão sem-noção que chega a trancar a entrada da garagem de um prédio próximo.

A universitária C.R. é moradora local e já cansou de denunciar o abuso à Codetran e à polícia Militar. Há dois anos vem pedindo solução pro problema. A foto acima foi tirada na sexta-feira da semana passada. C. contou nada menos que 24 carros parados onde não deveriam.

A pracinha fica no cruzamento das ruas Alfredo Trompowiski e José Eugênio Müller. Há três anos ela foi reformada e desde então os motoras começaram a estacionar veículos sobre a calçada, apesar das placas de trânsitos proibindo a ação.

O desrespeito não poupa nem os deficientes visuais que necessitam da guia especial do passeio pra se locomoverem melhor. Pra estudante, a calçada da praça vai ficar detonada, já que não foi feita para receber o peso de carangas.

No dia 19 de outubro de 2008 um morador mandou ofício pro comando da polícia. Antes disso, o povão também entrou em contato com a Codetran e mandou diversas cartinhas, mas os representantes do órgão passaram a bola pra PM, alegando não trabalharem à noite. Quando os moradores ligam pra central da PM, algumas vezes policiais informam que as viaturas estão ocupadas com ocorrências mais graves.

O tenente coronel Carlos Alberto Mafra, comandante da PM de Itajaí, diz que logo após os atendimentos de urgências, supostamente alegado aos moradores, as viaturas deveriam ser deslocadas pra Vila Operária. Por isso, vai investigar se isso tá ocorrendo.

O comandante, que não chefiava a PM quando o ofício foi enviado em 2008, diz ainda que vai aumentar a fiscalização contra os motoras abusados na praça durante a madrugada. Mas o ideal, argumenta, seria a Codetran montar uma operação no local.

José Alvercino Ferreira, coordenador da Codetran, alega que não recebeu nenhuma denúncia referente ao caso. O chefão da Codetran pediu pra que a leitora entre em contato com o órgão pra poder resolver o problema.

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Daqui a pouco só com foice vai dar pra chegar na praia

O mecânico João Luiz de Souza, 48 anos, desde moço frequenta a charmosa prainha do Geremias, pertinho do Bico do Papagaio, nas Cabeçudas, em Itajaí. Imagine você o desânimo que teve quando levou os netinhos pra passear e viu que o mato tava tomando conta da escadaria que leva à praia. O pior foi quando bizolhou num cantinho cinco sacolas de lixo e uma tartaruga morta.

Geremias, diz o mecânico que mora no bairro São Viça, é o ponto mais indicado pra levar criançada, já que suas águas são calmas. Na quarta-feira ele esteve nas Cabeçudas com a esposa e com os netos. Como o mar tava muito agitado, resolveu levá-los pra praianha ao lado do Bico de Papagaio, onde sempre levou os filhos quando eram pequenos. A surpresa foi ver que o mato tava crescendo solto na escadaria de cerca de um metro de largura.

Também ficou indignado ao ver a tartaruga morta entre sacolas de lixo. ?É um sentimento de abandono. Na verdade, a prefeitura sempre deixou a desejar naquela praia?, critica. Pro leitor, a prefa prefere cuidar de Cabeçudas, ponto turístico da cidade, e por isso mais frequentada, do que da praia do Geremias. Em Cabeçudas, comenta João, o mato tava roçadinho e não tinha lixo jogado.

Tão limpando

Tarcízio Zanelato, secretário de obras, afirma que as praias de Itajaí são limpas todo santo dia, inclusive sábados e domingos. O secretário explica que a equipe passa pela manhã recolhendo a lixarada deixada pelos frequentadores. ?Se você fizer um balanço das praias, vai ver que nós fizemos a limpeza?, comenta. Por isso, o secretário supõe que as sacolas e a tartaruga tenham aparecido no local durante a tarde.

Sobre o mato, Zanelato argumenta que os peões roçam a city a cada 15 dias. O secretário disse que entraria em contato com o sub-prefeito da Fazenda pra ele ir verificar se a grama na escadaria da praia do Geremias não foi roçada.

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  • Postado por Tiago

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Seu S.M.S., 54 anos, tá revoltado com os motoristas que não respeitam as vagas pra deficientes. Com a câmera do celular sempre a postos, na tarde de quinta-feira seu S. tirou a foto aí de cima no estacionamento da prefeitura de Itajaí. Diz que somente o carro à esquerda pertence a um deficiente e tem até um adesivo indicando a condição do motora. O leitor tava no local quando os motoristas dos dois outros carros estacionaram e não viu nenhum deficiente.

Seu S., que é motorista profissional, comenta que isto é uma baita sacanagem com as pessoas que realmente necessitam estacionar nessas vagas.

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