• Postado por Tiago

Osmari de Castilho, diretor superintendente do Portonave, jura de pés juntinhos que o porto dengo-dengo não praticou concorrência desleal nem baixou os preços das tarifas pra roubar clientes dos terminais de Itajaí. Ele garante que todas os armadores citados pelo relatório encaminhado ao conselho de autoridade portuária já operavam no porto de Navegantes antes da enchente e que faziam linhas diferentes daquelas operadas no Teconvi.

Além disso, argumenta Castilho, é bom para a cadeia logística portuária da região que o Portonave esteja funcionando nos trinques. Transportadores, despachantes e terminais retroportuários, que na sua maioria têm base em Itajaí, se beneficiam da atividade do porto dengo-dengo.

Para o chefão do Portonave, é importante o porto de Itajaí e até mesmo o concorrente Teconvi voltar a funcionar a todo vapor, pois isso ajuda a atrair novos clientes para a região. “A Portonave atua com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento da infraestrutura portuária da região, de modo que o complexo do Rio Itajaí-Açu se torne referência como pólo de comércio exterior no país”, discursou.

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