• Postado por Tiago

L.S., 23 anos, cobrador da empresa de transporte Coletivo Itajaí, não foi bem recepcionado quando chegou pra trampar na madruga de ontem. Assim que botou os pés no pátio da empresa, o funcionário recebeu uma advertência, que diz ser injusta. Ele teve que ficar algumas horinhas sem trabalhar. “Eles tão me perseguindo”, acusa. O cobrador garante que uma coisa dessas nunca tinha lhe acontecido antes. Para ele, só pode ser perseguição da própria Coletivo.

O horário de L. começar a labuta é 4h55 da madruga. Ontem, o empregado chegou cinco minutinhos antes e ainda teve que guentar um bocado de desaforos, além de ganhar a advertência. “Tinha até testemunhas que assinaram, mas é mentira”, se defende.

No cartão ainda foi escrito, à caneta, que ele chegou às 5h07, 17 minutos a mais do que o horário correto. “Eles não me deixaram pegar, nem muito menos bater o cartão”, conta.

Chegou atrasado, diz fiscal

Nilson Isaías de Souza, chefe de fiscalização da Coletivo, afirmou que L. chegou atrasado e por isso levou a advertência. “São normas da empresa. Isso é normal”, falou Isaías.

O chefe ainda disse que primeiro o funcionário recebe o aviso verbalmente. Caso ele não tenha justificativa pro atraso, ganha uma notificação por escrito e não pode bater o cartão antes de passar pelo RH da firma. Só depois disso é que volta ao trampo.

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