• Postado por Tiago

ABRE-CONTRA-s---Cimed-contra-o-Cruzeiro-03.02.10

Manezinhos querem fazer como no primeiro turno: bloquear pra vencer o Cruzeiro

Se não fosse o Sada/Cruzeiro ter antecipado o jogo da sétima rodada do segundo turno da Superliga Masculina de Vôlei pra janeiro, a Cimed/Malwee estaria com quatro pontos de frente na liderança da tabela. Mas como a organização do campeonato aceitou a ?manobra? dos mineiros, a Cimed terminou sua participação no turno da Superliga, na última terça-feira, com ?apenas? dois pontos de vantagem pro time de Minas Gerais, segundo colocado. Os mineiros, porém, ainda farão mais dois jogos pelo primeiro turno e têm chances de ?roubar? a liderança dos catarinenses.

Mas o fato não é problema pro técnico da Cimed, Marcos Pacheco, que tá baita satisfeito com a campanha da sua equipe até agora. ?Fizemos um primeiro turno muito bom, dentro do que esperávamos, com dificuldade. Claro que não é intenção perder, mas terminar a primeira fase com apenas uma derrota é muito bom. Fizemos jogos duros e fortes fora de casa, mas ficou dentro do esperado. Foi joia?, avalia o comandante.

Vitória no clássico

Jogando em casa, com total apoio da torcida manezinha, a Cimed passou fácil por Blumenau, no clássico catarinense da Superliga, que rolou terça-feira, na capital. O resultado foi importante, já que os alemons vinham bem na competição. ?Eles conquistaram quatro vitórias seguidas e tinham uma projeção de chegar entre os 10 primeiros. Era um time motivado, que vinha jogando bem. Foi um jogo duro, muito difícil?, ressalta Pacheco.

Surpresa

Presente desde a fundação da Cimed, em 2005, quando era assistente técnico de Renan Dal Zotto, Pacheco não sabia da marca de apenas 21 derrotas em 150 jogos que o time já fez, somando todas as participações em Superliga, desde a temporada 2005/2006, quando estreou e foi campeão pela primeira vez.

O hoje técnico da Cimed diz que esta experiência acumulada nas últimas temporadas fez o time se acostumar a vencer, por isso desta boa campanha, só com uma derrota. ?Mudamos pouco nos últimos três anos, temos um padrão de jogo, oscilamos pouco. Isso é importante, traz uma regularidade boa, e 21 derrotas em 150 jogos é uma média muito boa?, fala Marcos Pacheco.

Projeção

De folga até segunda, quando abre o segundo turno contra o vice-líder Cruzeiro, a Cimed ainda tem muito chão pela frente. ?Tem todo o segundo turno. Antes era tudo novidade, agora a gente se conhece. Outros times vão brigar pra chegar entre os primeiros?, diz Pacheco, confiante em mais um título. ?A Cimed não conhece outra realidade, então vamos em busca do tetracampeonato?.

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