• 04 fev 2010
  • Postado por Tiago

“Vamos inaugurar tanta obra que eles vão ficar doidos”

Presidente Lula, garantindo que continuará a inauguração incessante de obras

Pesquisa dá peso maior a municípios remotos

A pesquisa CNT/Sensus, indicando “empate técnico” entre José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), deu peso expressivo, nas entrevistas, a municípios remotos alvos de programas assistencialistas de Lula, como o Bolsa-Família. O Sensus informou ao TSE que no Rio Grande do Norte, por exemplo, ouviu nove pessoas em Natal (508 mil eleitores), onde o PT perdeu em 2008, e 13 em Sítio Novo (4 mil eleitores, 803 bolsas).

Exemplo típico

Em Santa Catarina, o Sensus entrevistou apenas quatro pessoas na capital, Florianópolis (306 mil eleitores), e 13 em Guaraciaba (7,7 mil eleitores).

Outro caso

O Sensus ouviu apenas quatro pessoas na capital capixaba, Vitória (245 mil eleitores), e 17 em Venda Nova do Imigrante (14 mil eleitores).

Ah, bom

Ricardo Guedes, do Sensus, explica que todos os institutos usam a técnica “PPT” (Probabilidade Proporcional ao Tamanho) de municípios.

Empurra que cabe

As notas de R$ 50 e R$ 100 ficarão maiores para barrar falsificadores. “Colecionadores” em meias e cuecas também terão que se adaptar.

Leilão da ‘banda H’ abre guerra

na telefonia

As gigantes Vivo, TIM e Claro fazem lobby na agência Nacional de Telecomunicações pelo direito de participarem do leilão da “banda H” de telefonia celular, ainda este ano. O leilão é vedado às que já atuam no mercado, porque o governo deseja estimular a concorrência, dando chance a outras empresas. Disputam o contrato, de cobertura nacional, a americana Nextel, a francesa Vivendi e a japonesa Docomo.

Seminário

A Anatel estima que vai faturar entre R$ 1,5 bilhão e R$ 3 bilhões no leilão da “banda H” – que será tema, hoje, de um seminário da UnB.

Almoço oficial

Há quase dois meses um servidor almoça em casa usando a Van JCY 4960, com gigantesco logotipo do governo do DF. Paradinha na porta.

Empurra que pega

A imprensa italiana especula sobre a carona de militares do Brasil no porta-aviões Cavour ao Haiti: a Itália quer nos vender um parecido.

Em alta

Anote este nome: José Eduardo Dutra. O ex-senador por Sergipe será muito forte, em eventual governo de Dilma Rousseff. Passou por ela a decisão de retirá-lo do limbo político para assumir a presidência do PT.

O ‘cara’ e o isopor

Um segurança contou à coluna por que Lula levou no ombro o isopor lotado de bebidas, em suas férias no litoral baiano. Diante da hesitação dos seguranças, que temiam expor o isopor suspeito aos fotógrafos, Lula se impacientou: “Deixa que eu levo”. E levou. E foi fotografado.

O Brasil é lá

Uma “brigada” da Via Campesina, que com o MST depreda e invade propriedades rurais, vai ao Haiti. Não para plantar batatas, mas “ajudar com engenheiros e médicos”. Pediu verba ao governo Lula, claro.

Velhice garantida

O Ministério Público do Pará quer barrar a moleza no Tribunal de Contas do Estado: a aposentadoria de temporários e comissionados, como se concursados fossem. São 75, beneficiados por norma interna.

O apagão de Chávez

Crescem os sinais na Venezuela de um golpe de estado ao estilo de Honduras para derrubar o tiranete Hugo Chávez. O Brasil vai ajudar a resolver os problemas energéticos, afinal, lá tem eleição em setembro.

TCU libera obra

Auditoria do Tribunal de Contas da União verificou denúncia de irregularidades na duplicação da rodovia que liga Maceió ao paraíso da Barra de S. Miguel (AL), no valor de R$ 138,3 milhões. Encontrou algumas “discrepâncias”, mas corrigíveis. E arquivou a denúncia.

Mortalidade materna

A comissão de Assuntos Sociais do Senado criou comitês de prevenção à mortalidade materna. A meta é reduzir casos de morte em 75%, até 2015. No Brasil, não houve redução entre 1990 e 2006.

Chefe incômodo

Pedra no sapato do governador Ivo Cassol (RO), o procurador da República, Reginaldo Pereira Trindade é o chefe do Ministério Público Federal no estado. Foi quem denunciou Cassol por compra de votos.

Pensando bem…

…o ministro Tarso Genro “deixar a Justiça” não passa de um pleonasmo.

PODER SEM PUDOR

Eleitor ‘pedinte’

Certa vez, numa conversa sobre histórias de eleitores vigaristas, o deputado Sandro Mabel (PMDB-GO) contou que, em campanha, um eleitor lhe pediu R$ 50, que foram prontamente negados. Seguiu-se um diálogo insólito:

– Serve R$ 30, deputado… Nem R$ 5?

– Nadinha…

– E esse cigarro que o senhor tem aí no bolso?

– Não é cigarro, é colírio – respondeu Mabel, já irritado.

– Então pingue uma gota aqui no olho…

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