• 30 jan 2010
  • Postado por Tiago

“Os jornalistas ainda não pararam com o linchamento político”

Ministro Paulo Vanucchi, defendendo – ainda – seu plano de rever a Lei da Anistia

‘Cansaço’? Lula sempre tira férias. Desde 2005

São cinco, no máximo 12 dias, é verdade, mas o presidente sempre descansou ao longo dos dois mandatos – desmentindo o “trabalhador compulsivo” descrito por assessores. Em 2005, passou o Carnaval na Marambaia (RJ). Em janeiro de 2006, quatro dias na base de Aratu (MA). Em fevereiro, Carnaval em praia no Piauí, após as denúncias do mensalão. Em abril, Forte dos Andradas, no Guarujá (SP).

Bendito Carnaval

Voltou ao Forte com d. Marisa no início de 2007, e repetiu a dose no Carnaval. Em 2008, passou de novo o Carnaval lá. Foram nove dias.

Quem é do ar não enjoa

E cá para nós, o presidente não viaja espremido na classe econômica ou dormindo na janelinha. O Air Force 51 tem até cama de casal.

A culpa é da Dilma

A agenda presidencial, quase sempre encerrada à 18h, foi tumultuada com as “inaugurações” do PAC. Aí, nem torneiro-mecânico aguenta.

Pandora: PPS-DF na mira do Ministério Público

Presidente do PPS-DF até ontem, Ricardo Barreto também está na mira do Ministério Público do DF. Citado por Durval Barbosa, ele representaria em Brasília a empresa de informática DBA, que tem sede no Rio e clientes como Petrobras, Caixa, ministérios e o fundo de pensão Previ. Durval disse que Barreto se “apropriava” de 40% da propina paga por fornecedores da Secretaria de Saúde do DF.

Ninguém sabe, ninguém viu

Aposentados e pensionistas do Aerus ignoram quanto rendeu o leilão de ativos da Varig, em outubro de 2009, e o de obras de arte, em 2007.

O que mata mais

A Organização Mundial de Saúde revela: 14,7 mil morreram de gripe suína no mundo. Só de coração e derrames, são 14 milhões por ano.

Mentirinha

No discurso em Recife, quinta-feira, a ministra Dilma atribuiu a Ariano Suassuna frevo de Capiba com a letra “madeira que cupim não rói”. É “madeira de lei”. E Suassuna é paraibano, não pernambucano.

Calou por quê?

Após fazer de púlpito a embaixada do Brasil em Honduras, o presidente deposto Manuel Zelaya fechou-se em copas na casa que lhe destinaram na República Dominicana. Vigiado por câmeras e seguranças 24h, diz o jornal local El Nacional, Zelaya “se enconde”.

Alergia a voto

A União Nacional dos Estudantes “elegeu” o novo presidente outra vez pela via indireta, seguindo o modelito de presidentes do período autoritário. Tudo para que a UNE permaneça aparelhada pelo PCdoB.

A vitória do silêncio

O Tribunal de Justiça de Minas deu ganho de causa a um morador de Divinópolis que estendeu faixa de protesto na rua: “Um dia esta desgraça da Igreja Maranata sumirá daqui e nos deixará em paz.”

Só projeto

A Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) confirma o interesse no programa da Central Única das Favelas, do rapper MV Bill, mas ainda não gastou na TV do Lula “um centavo” dos R$ 3,2 milhões do projeto.

Saudosa maloca

O prefeito de Palhoça (SC), Ronério Heiderscheidt, e a mulher, tiveram bloqueados pela Justiça dois terrenos, supostamente para faturar com uma fábrica de sorvete, inclusive falsificando lei e assinaturas.

Inequívoco interesse

Em off, gente da Policia Civil do DF afirma que familiares de José Guilherme Villela e demais vítimas não se interessam pela investigação da chacina ocorrida há 5 meses. Oficialmente, agora, diz o contrário: não só colaboram como têm “inequívoco interesse” nas investigações.

PODER SEM PUDOR

Episódio ‘estranho’

Logo depois da renúncia de Jânio Quadros, o ministros civis Oscar Pedroso Horta (Justiça) e Quintanilha Ribeiro (Casa Civil) provocaram uma reunião com os militares, insinuando um apoio das tropas ao presidente. Após a reunião, o oficial Ernesto Geisel, ajudante de ordens do ministro da Guerra, voltou para pegar uma pasta esquecida, e contou aos chefes militares:

– Preciso relatar um episódio muito estranho: encontrei os dois ministros rindo à solta e dizendo que haviam conseguido enganar os senhores.
Pelo sim, pelo não, nenhum chefe militar impediu que Jânio fosse embora.

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