• 25 set 2009
  • Postado por Tiago

“O brasileiro não se conforma nunca”

Ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), em mais um discurso de ‘pré-candidata’

Câmara engaveta 70 projetos anticorrupção

A Câmara dos Deputados não deixa tramitar projetos que endurecem o combate à corrupção. Setenta projetos estão parados desde 2004, como o do deputado Francisco Praciano (PT-AM), que criminaliza a riqueza injustificada de agente público, ou de Ônix Lorenzoni (DEM-RS), que torna crime a utilização de emendas parlamentares como instrumento de barganha para influir em votações no Congresso.

Falta vontade

Segundo Praciano “falta motivação” para pautar temas contra a corrupção. Apesar do bom momento, “não há interesse” diz o deputado.

Idade da pedra

O semiditador da Venezuela, Hugo Chávez, chamou de “trogloditas” os “golpistas” de Honduras. Lula disse “trogloditas” primeiro, companheiro.

O homem certo

O publicitário potiguar Elsinho Mouco garante que vai tirar José Sarney da crise. O presidente do Senado só lhe dará um ouvido.

Proibido a menores

No escândalo do mensalão, Lula classificou os bingos de “pior que a prostituição infantil”. A criança deve ter crescido, desde então.

PT e PSDB juntinhos de novo em Minas

Em outubro haverá terceiro turno para prefeito de Ipatinga, no Vale do Aço mineiro, e o PT rachou. Eleito e depois cassado, Chico Ferramenta não apoia o candidato do PT, seu partido, mas Rosângela Reis, do PV. Ferramenta é da turma do ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel. Como em 2008, na eleição de Marcio Lacerda (PSB) em BH, Rosângela também é apoiada pelo governador tucano Aécio Neves.

FHC com MM

O ex-presidente FHC vai segunda-feira ao Recife para o lançamento do livro “Política das Idéias”, do senador Marco Maciel, que foi seu vice.

Outro endereço

Foi o Superior Tribunal de Justiça que reduziu a pena e concedeu regime aberto ao ex-chefão do Ibama no Pará, Paulo Castelo Branco.

Pensando bem…

…o (enorme) ego de Lula a gente conhece, mas desconhecíamos o superego Manuel Zelaya.

Debandada

A queda de Dilma Rousseff nas pesquisas soou o alarme. Aliados do PMDB, PTB, PP e PR já flertam despudoradamente com a tucanalha. Outros, como PDT e PCdoB, consideram marchar com Ciro Gomes.

Danos ao nosso bolso

O Ministério Público Federal em Campos (RJ) quer parar obras da LLX, de Eike Batista, no porto de Açu, São João da Barra, norte do Estado, por “dano ambiental”. Custam R$ 3,32 bilhões (R$ 1,3 bi do BNDES).

Très chic

A nova sede do Tribunal Superior Eleitoral terá uma fatia de R$ 144 milhões, em 2010. O projeto, de Oscar Niemeyer, como mostrou a coluna, em abril, copia outra obra dele: a sede do PC francês em Paris.

Vigarice adiada

Suplente que espera assumir este ano, na carona da PEC da Vigarice, ops, dos Vereadores, pode tirar o cavalinho da chuva. O Tribunal Superior Eleitoral deve adiar a farra para 2012. Menos mal.

Pé-frio voador

O deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) matou a charada do acidente com dois caças Rafale ontem, no Mediterrâneo: “Bastou o Lula colocar o olhos nos Rafale e eles mergulharam no mar.”

Fede mesmo

A (excelente) cantora Vanessa da Mata saiu reclamando de cheiro de estrume durante um show em Cuiabá. Parecia não saber que estava na Associação dos Criadores de Mato Grosso. Era bosta de vaca mesmo.

Elementar, meu caro

Ao revelar que sabia da volta de Zelaya a Honduras, o linguarudo Hugo Chávez deixa claro que participou do plano que jogou o problema no colo do Brasil. Se Lula não reagir a isso é porque também sabia.

Caiu a ficha

A Agência Nacional de Energia Elétrica estuda retirar a reposição automática da inflação das contas de luz, após as empresas encherem as burras de dinheiro. Só agora a Aneel acha que pressiona a inflação.

Perguntar não é golpe

Zelaya, por qué no te callas na embaixada do Brasil em Honduras?

PODER SEM PUDOR
Carteirada de senador

Com aspecto alterado e copo de vinho à mão, o ex-senador Valmir Amaral (PMDB-DF) protagonizou um show de grosseria no Brasília Music Festival, em 2003. Ao chegar no camarote da revista “Caras” sem crachá, um rapaz que controlava o acesso perguntou de quem ele era convidado. Amaral se queimou: “me respeite, sou um senador da República, não posso ser barrado!”. O rapaz insistiu na pergunta, cumprindo sua obrigação, e o político, alteradíssimo, sacou e exibiu, aos gritos, a sua carteira de senador, com brasão da República. Mas crachá ou convite, que é bom, nada. E ainda jogou no rosto do paciente empregado o copo de vinho que trazia à mão.

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