• 16 jun 2009
  • Postado por Tiago

“O PAC não é projeto de marketing”

Dilma Rousseff (Casa Civil), ‘mãe’ do PAC, em mais um discurso nada eleitoreiro

Gastos ‘secretos’ de Lula vão a R$ 8,4 milhões

Nos últimos dezoito meses os gastos “secretos” da Presidência da República já atingiram R$ 8,4 milhões. A pretexto de “segurança nacional” o governo proíbe o contribuinte de saber como todo esse dinheiro foi gasto pelo presidente e seus familiares. Desde a posse de Lula, em 2003, a Presidência realizou gastos “secretos” de R$ 34,4 milhões. Grande parte das despesas é feita por meio de cartões corporativos.

Oculto

A Presidência conseguiu gastar em um ano e seis meses quase tanto quanto as operações sigilosas da Agência Brasileira de Inteligência.

Dados

Os dados sobre os gastos “secretos” são do Siafi (Sistema Integrado de Administração Financeira) e estão em poder desta coluna.

Aparelhou

A ameaça de greve no INSS tem viés partidário: a cúpula da entidade dos servidores é ligada ao PSOL da ex-senadora Heloisa Helena.

Retração

Segundo a Suframa, o faturamento do pólo industrial de Manaus recuou 2,35% no de abril em relação  a março, somando R$ 1,703 bilhão.

Exército pode perder armas históricas

Militares estão alarmados com a portaria 258, que permitirá a destruição de milhares de armamentos e equipamentos centenários, caso nenhuma entidade de preservação de acervos históricos se interesse por elas: são espadas e baionetas, fuzis Mauser e armas consideradas obsoletas, mas de grande valor para colecionadores registrados, que poderiam comprá-las em licitação. Ameaçam virar sucata.

Triste coincidência

O boletim do Exército com a portaria foi publicado em 8 de maio, Dia da Vitória contra o Nazifascismo, que envolveu nossos “pracinhas” da FEB.

História no lixo

O Movimento Viva Brasil, que reúne civis e militares, e denunciou a iminente destruição, considera ilegal a destruição dessas armas.

Diálogo de surdos

Só falam a própria língua os investigadores que atuam na identificação de vítimas do vôo 447. Franceses e brasileiros se comunicam por sinais.

Para aposentados, nada

Lula reduziu o IPI de carros, máquina de lavar, geladeira, fogão, moto, deu dinheiro ao FMI, ajudou até a Argentina. Mas nem cogita aumentar decentemente os aposentados, nem reduzir impostos sobre remédios.

Ciro é ‘paulistense’

O deputado Ciro Gomes (PDB-CE) vislumbra possível candidatura ao governo paulista lembrando que nasceu em Pindamonhangaba (SP). Mas é tão paulista quanto o ministro Mangabeira Unger é baiano.

Minc e o inexplicável

Deve ser hoje o depoimento da droga de ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) à Comissão de Combate ao Crime Organizado da Câmara. Explicará por que se associou à marcha de apologia ao uso de maconha.

Ridiculum vitae

Quem tinha doutorado foi reprovado no concurso para ensinar na Ciência Política da UnB. Ganhou a vaga um ex-aluno e tiete ideológico de dois examinadores que ainda estão em cima do Muro de Berlim.

Cada vez pior

A UFMG inventou vestibular só para índios em Medicina, Odontologia etc. Facinho, facinho. Em Brasília, há índio que só passa com “ajuda” dos professores. É para não expor o ridículo dessa política. Os responsáveis por isso deveriam ser obrigados a se consultar com os futuros “médicos”.

Concunhado

O ministro Nelson Jobim (Defesa) não tem culpa de nada, claro, mas não anda em boa maré de sorte: é seu concunhado o procurador José Luciano Arantes, preso em Brasília sob a acusação de “desacatar” PMs.

O mundo é uma bola…

O estilo “filosófico-futebolístico” de Lula faz escola no mundo: o presidente reeleito do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, comparou a fúria da oposição a de “time que perdeu”. Mas não precisava chute na canela.

…que desce quadrada

O muso inspirador do porralouca (iraniano) completou em Genebra (Suíça) o mosaico filosófico: “Por enquanto é apenas uma coisa entre flamenguistas e vascaínos”, referindo-se aos protestos da oposição.

Ser ou não ser

Lula juntou ontem o que mais gosta com o que mais detesta: viajar e falar em Trabalho.

PODER SEM PUDOR

Lista incompleta

Nelson Jobim era ministro da Justiça de FHC, em 1995, quando recebeu o ministro da Marinha, almirante Mauro Pereira, para tratar de uma questão delicada: a lista dos desaparecidos políticos. Pereira foi logo dizendo:

– A lista está incompleta, faltam dois nomes…

Jobim estranhou, mas o almirante logo revelou o seu senso de humor:

– Faltam Waldemar Giomi (secretário de Orçamento de FHC) e Murilo Portugal (ex-secretário do Tesouro). Nunca os encontro quando preciso falar de dinheiro…

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