• 06 ago 2009
  • Postado por Tiago

“Não tenho senão que resistir”

Presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), ao afirmar que não tem outra opção

Governo revela espiões na Colômbia e Venezuela

O governo Lula identificou, no Diário Oficial, os arapongas destacados para espionar em dois países vizinhos e amigos: Janer Tesch Josken Alvarenga (Colômbia) e Roberto Luís Ferreira Miranda (Venezuela). Funcionários da Agência Brasileira de Inteligência, eles foram enviados a Bogotá e Caracas por dois anos, mas suas identidades foram reveladas previamente pelo próprio governo. Espião brasileiro só falta ter crachá.

Eles se armam

A presença de espiões brasileiros coincide com a crescente tensão nas relações entre Colômbia e Venezuela, em plena corrida armamentista.

Fumacê oficial

Os alquimistas do Palácio do Planalto vão ter que se virar para arranjar outra cortina de fumaça: a CPI da Petrobras começa nesta quinta-feira.

Líder de sete

Apenas sete dos doze senadores do PT apoiam o líder do PT, Aloizio Mercadante (SP), pelo afastamento do presidente da Casa, José Sarney.

Pela culatra

Enquete no blog do senador tucano Álvaro Dias (PR), indagava: “Você é favorável à renúncia de Sarney?”. 58% eram contra, ontem à noite.

Sarney: tom conciliador de última hora

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), resolveu, de última hora, adotar um tom conciliador no final do discurso que fez ontem, defendendo-se das acusações. Em princípio a intenção era bater de frente com seus opositores, revelando ao País mazelas de alguns deles. Sarney surpreendeu familiares e assessores, ao final do recesso, recuperando o ânimo e até o senso de humor.

De olho na telinha

Lula ligou ontem cedo para o presidente do Senado, José Sarney, porque saber que horas seria seu discurso. Não queria perder nada.

Gripe Carepa

Com 49 casos de gripe suína, o Pará da governadora Ana Júlia Carepa (PT) lidera a ocorrência da doença na Amazônia.

CPI do DNIT

Mário Couto (PSDB-PA) diz que só deixará o Senado após conseguir instalar a CPI para apurar irregularidades no DNIT. “Sei esperar”, diz.

Pegou mal…

Foi constrangedor, para a oposição, o ofício exibido por José Sarney em que o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) pediu a nomeação de Marcelo, filho do ex-diretor de RH do Senado João Carlos Zoghbi.

Mesmo gajo

José Sarney disse ontem não conhecer Luiz Cantuária, que integrou o Conselho Editorial do Senado entre agosto de 2007 e outubro de 2008. Ele conhece Lucas Barreto, ex-presidente da Assembléia Legislativa do Amapá. Luiz Cantuária e Lucas Barreto são a mesma pessoa.

Cadê o jatinho?

Ameaçado de ser denunciado ao Conselho de Ética por abastecer seu jatinho com recursos do Senado, o coronel Tasso Jereissati (PSDB-CE), pela primeira vez em muito tempo, chegou a Brasília em vôo de carreira.

Vou de Hilux

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, inovou em matéria de mordomia com carro oficial: ele agora usa em Brasília uma camionete Hilux cabine dupla, com placa verde amarela, exclusiva de ministros.

Chance de ouro

A senadora Marina Silva (PT-AC) está encantada com a ideia de disputar a sucessão de Lula pelo PV. Para dar o troco à ministra Dilma Rousseff pelos maus tratos que recebeu dela quando ministra do Meio Ambiente.

Queda histórica

Desde 1975 a indústria não registrava queda tão acentuada como a do primeiro semestre: 13,4%. Isso deve comprometer o crescimento do PIB ao final do ano. Já os bancos, continuam lucrando como nunca.

Sinal dos tempos

Vai de mal a pior até a leitura de bons livros: lançado pela editora gaúcha L&PM, “Paris – biografia de uma cidade” (588pp.) não faz jus ao ótimo trabalho do autor, Colin Jones. Chama de “escritora” o escritor Céline; de Henri, o célebre Honoré de Balzac, e legenda foto de 1940 como 1840.

BMW em Manaus

A Suframa aprovou 41 novos investimentos, entre eles uma fábrica da BMW, que a partir de dezembro produzirá motocicletas no pólo industrial de Manaus. É a primeira e única unidade fora da Alemanha.

Perguntar não acelera

Se fossem limitados os preâmbulos e discussões prévias no Congresso, haveria mais votações?

PODER SEM PUDOR

Esqueça-me, se puder

Exilado no Uruguai, após o golpe de 1964, Leonel Brizola recebeu a visita de um gaúcho, vestido a caráter, que recusou a sugestão de sair pela porta dos fundos para evitar a polícia política: “Nada tenho a esconder: visitei o dr. Brizola!”. E se perguntarem quem você viu dentro da casa?, indagaram. Ele:

– Eu digo: o doutor Raphael, o Neiva Moreira, o Cibilis Viana…
Viana o interrompeu:

– Olha, meu nome você pode pular, está bem?

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