• 20 ago 2009
  • Postado por Tiago

“Triste dia, este, para o PT”

Senador Pedro Simon (PMDB-RS) sobre o apoio do PT à absolvição de José Sarney

PMDB considerou antecipar saída de Sarney

No auge da pancadaria contra o presidente do Senado, José Sarney, o PMDB, seu partido, considerou a hipótese de propor um acordo à oposição para que ele antecipasse em um ano o término do seu mandato, que expira apenas no final de 2010. Vários senadores do PMDB defendiam essa possibilidade, como o ex-líder Valdir Raupp (RR), mas esbarram na resistência do atual líder, Renan Calheiros.

Nem pensar

Lula também reagiu à antecipação da saída de Sarney. Apavora-o a idéia de entregar o Senado ao PSDB, que ocupa a 1ª vice-presidência.

Líder dele mesmo

A decisão do Conselho de Ética, livrando José Sarney e Arthur Virgílio, mostrou que Aloizio Mercadante (SP) não lidera coisa alguma, no PT.

Quebra de decoro

O conchavo ficou evidente, no Conselho de Ética, quando Renan Calheiros recomendou a absolvição de Arthur Virgílio, que ele acusara.

Pizza da mamma

A reunião do Conselho de Ética do Senado parecia reunião de família: defendeu-se o nome da mãe, pai, filho. Sem espírito santo.

Fortes: propaganda pessoal em site do governo

Se o Ministério Público Federal continuasse tão implacável quanto em outros carnavais, o ministro Marcio Fortes (Cidades) correria o risco de responder a processo por desrespeitar o princípio da impessoalidade, determinado pela Constituição. O site da repartição, pago com dinheiro público, tem sido usado para propaganda pessoal, bem ao contrário do que ocorre em outros ministérios. Só ontem havia 17 referências a ele.

Menina-veneno

Virando “pai” na defesa da ministra Dilma, o presidente Lula demoliu de vez a imagem de “dama de ferro”. Imagem já um tanto enferrujada.

Racismo

O PMDB de Belo Horizonte colabora com o culto ao ódio racial, criando o núcleo “afro”. Um núcleo branquelo escaparia da Lei Afonso Arinos?

Muito além do Torto

Lula disse à rádio Tupi do Rio que lê pouco, “porque dá sono”, e que “vê muita bobagem na TV”. Inclusive o que ele diz, faltou acrescentar.

Cuidado, é ele

Aviso a quem topar com um senhor de cabelos brancos e expressão raivosa, dirigindo agressivamente nas ruas de Brasília um Citroën Picasso prata: trata-se do ex-presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP). Pelo visto, ainda muito inconformado com o retorno à planície.

Sob tratamento

Sob licença médica, o ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal foi visto ontem saindo da padaria Bel’Itália, em Fortaleza, onde adquiriu uma garrafa de ótimo vinho. Depois embarcou num Toyota Camry e seguiu, certamente, para seu tratamento de saúde.

Conversa estranha

Quem conhece a sagacidade de Lina Vieira mal pôde acreditar quando ela tergiversou sobre data e hora da reunião com Dilma Rousseff. Deixou a impressão de acordo para a ministra abandonar a saia justa.

Deboche

Após o anticlímax de terça-feira, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, os governistas do Senado estão insuportáveis: fazem piada, chamando a ex-secretária da Receita de “VaseLina”.

Mais uma

A empresa aérea Azul surgiu como esperança para mudar a atitude do setor, sempre arrogante. Mas logo virou uma delas e acumula queixas de vítimas do curioso capitalismo à brasileira, que maltrata a clientela.

Apelando aos céus

O governador cassado do Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB), questiona no Supremo Tribunal Federal a competência do Tribunal Superior Eleitoral para julgar seu caso. Suas chances são mínimas.

Corpo mole

Magistrados do Conselho Nacional de Jutiça estão indignados com a atitude do Ministério Público de Pernambuco que não indica promotores para acompanhar o mutirão de Justiça no Estado. Só em Joboatão dos Guararapes há mais de mil processos encalhados.

Hora da zona morta

Recomenda-se aos prefeitos que cobrem até o meio-dia as promessas de Lula para o Fundo de Participação dos Municípios. Depois desse horário ele não se responsabiliza pela “marvadeza”.

Pensando bem…

…entre culpados e culpados, escaparam todos ontem no Senado.

PODER SEM PUDOR

O ‘negrão’ do Rio Grande

O gaúcho Alceu Collares chegou assim à audiência com o ministro de Minas e Energia de Itamar, Delcídio Amaral, hoje senador do PT-MS:

– O negrão do Rio Grande chegou! – exclamou, bem humorado.

Ao despedir-se, ele tinha pressa: precisava ir a uma festa na colônia alemã.

– O que o sr. tem em comum com a colônia alemã? – brincou Delcídio.

Collares deu uma risada:

– Nada, mas se o negrão não for vão dizer que é discriminação!

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